August 6, 2009 - Posted by Phoenix - 2 Comments
Músicas católicas para crianças
Existem variados CDs infantis da Igreja católica resolvi criar esta lista. Todos os álbuns aqui citados podem ser encontrados na Paulinas. No entanto, também encontramos na Paulus e na Vozes. Assim como em sites especializados em música católica tanto para a liturgia, para a catequese, como sócio-educativos e para diversão da criança.
Coloque seus títulos também nos comentários.
1 - A Festa Maior, CD da Turma do Cantinho da Criança
Sobre o Ministério: Tudo começou com um programa na Rádio Canção Nova, em 1980, que foi carinhosamente chamado de “Cantinho da Criança”. Em 1992, o Cantinho ganhou o prêmio Microfone de Prata, da Unda-Brasil, como melhor programa de Rádio católico do Brasil. Para alcançar ainda mais crianças para Jesus, em 1995, surgiu uma proposta de um programa infantil na Rede Vida de Televisão. O desafio era enorme, mas com a ajuda da Mãezinha do Céu, tudo deu certo. O programa era muito simples, colorido e muito criativo. Depois fomos para a Rede Mulher com 15 minutos semanais e depois meia hora diária na Rede Vida. Hoje o nosso programa chega a todo mundo graças a Rede Canção Nova de Televisão. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 13h30, com duração de meia hora com muita criatividade, alegria, descontração e entretenimento, levando didática e educação à garotada, atingindo também aos pais e catequistas.
2 - CÂNDIDO NETO CD educativo infantil em dezembro de 2000
3 - FARÓIS DE ESPERANÇA - TAWANE E VINÍCIUS
4 – Família dos Anjos - Dalvimar Gallo
Descrição: Família dos Anjos é o álbum que, por meio de histórias escritas por Dalvimar Gallo (Ministério Anjos de Resgate), traz a realidade de muitas famílias que tentam levar aos seus filhos uma espiritualidade cristã. O CD também traz canções que retratam o que o personagem está vivendo, e a participação do Pe. Marcelo Rossi falando sobre a importância do amor e do perdão. Ele também cantou a canção “Sara e André”. Não deixe de conferir!
5 - PEQUENOS CANTORES DO SENHOR BOM JESUS - É POR ISSO QUE CANTAMOS!
Os Pequenos Cantores do Senhor Bom Jesus nasceram em 1994 com um grupo de crianças que foram ensaiadas para cantar na missa do dia 12 de outubro na Paróquia do Senhor Bom Jesus, em Campo Largo-PR. Com a intensificação dos ensaios, revelaram-se vários talentos: crianças que cantavam com facilidade, outros que dominavam instrumentos musicais, outros que sabiam expressar-se através da dança, outros ainda que apresentavam o dom da palavra
6 – Padre Marcelo Rossi para Crianças
Novo álbum de Padre Marcelo Rossi. Reúne 14 sucessos (dos primeiros CDs) direcionados às crianças. http://www.portaldamusicacatolica.com.br/catalogo_4.asp
7 – Os 10 mandamentos para crianças (Os) - vol. 1 e vol. 2 (52 min.)
Os Dez Mandamentos para crianças, volume 1 e 2 , traz para o público infantil, numa linguagem de fácil assimilação e técnica de animação aprimorada, as histórias: O bezerro de ouro e Um dia de conflito, ensinamentos do primeiro ao terceiro mandamento da lei de Deus. 1º Amar a Deus sobre todas as coisas 2º Não tomar seu santo nome em vão. 3º Guardar os domingos e dias santos. Vencedor de 29 prêmios internacionais.
8 – A Boa notícia
9 – Dízimo é partilha
10 – Bem da hora
11- Bonita arte de Deus
12 – Canção na pré-escola I e II
13 – Canções brasileiras de ninar – Jairo Lara
14 - Canta criança, canta - Louvor dos pequeninos - Missa para crianças - José Acácio e coral Eco
15 - Coisas de criança I e II - Newton Heliton
16 – A Comunidade de Jesus - Irmão Israel José Nery, FSC
17 – Criancices – Pe. Zezinho
18 - Datas comemorativas vols. I, II, III e IV - João Collares
19 – É hora de cantar – Celina Santana
20 - Encontro feliz e a festa dos amiguinhos de Jesus - Peq. cantores Apucarana
21 – A escola é um show - Edilberto Perpétuo Vasconcelos
22 - Faróis de esperança - Tawane e Vinícius
23 - A Festa do Anjinho - Áurea Pinto de Miranda
24 - Festa no Arraial - Dalva, Zé Coqueiro e Canarinhos do Liceu
25 - Festança no arraiá Vol I - João Collares
26 – A Ilha dos Sonhos - João Collares
27 - Lá na terra do contrário/Deus é bonito - Pe. Zezinho
28 – O Mundo encantado da criança - Zélia Barros
29 – A sementinha I, II, III e IV –
30 - Os Salmos das crianças - Frei Fabreti
31 - O Mundo encantado da Música Vol. I, II, III e IV - Nilsa Zimmermann
32 – Músicas para a mamãe e o bebê – Vera Lúcia
33 – Temas de Família – Vera Lúcia
34 – A Missa – Vera Lúcia
35 – Cantinho da Criança – Canção Nova
36 – Turminha do Papai do céu – Canção Nova Família, o filme perfeito
37 - Grandes Aventuras 1 Luz e Canto
38 – A Boa Notícia – Irmã Miria
39 – É tempo de recomeçar - (acompanha partitura) - Advento e Natal para crianças
40 – Cantinho da criança - (FESTA MAIOR - MISSA DA CRIANÇA)
CD CANTA CRIANÇA, CANTA
41 - Vamos à casa do Senhor (CD + Partituras)
42 – Perseverar – Adrielle Lopes
43 - As crianças cantam a Páscoa e Pentecostes
44 - As mais lindas canções da Igreja católica I e II
45 - Catequese em Canto Cd + Partituras
46 – Cante e dance – Cosme
47 – Dance na alegria da Fé I e II
48 – Ninguém fica parado – Exôdus
49 – Vamos animar e celebrar – Grupo musical irmã Tecla Merlo
50 – Coleção Jesus para crianças – As Parábolas de Jesus, as pescas maravilhosas, Jesus e a natureza, Jesus o Vencedor, Milagres de Cura, Milagres de Multiplicações e o bom Pastor.
51 – Alma em festa – Palavra Viva
52 – Coisas que já sei/Crianças a louvar e playback– Pe. Zezinho
53 – Diante do Presépio – Pe. Zezinho
55 – Amigo fiel – Rafaela e projeto crescer
56 – Festa Galera de Deus – Ricardo KK
July 22, 2009 - Posted by Phoenix - 0 Comments
A CAIXINHA DE MUSICAS
Nascido na cidade de Aosta, Jacomo Di Trancredi foi educado em Turim, retornando à terra natal após concluir os estudos de Lógica e Direito. Aos vinte e cinco anos, como contratado, casou-se com a bela Isabela Rebellato, realizando o sonho de seu pai de uniar as duas maiores fazendas da cidade. Sua vida conjugal foi plena de felicidade, entretanto, abreviada antes do segundo aniversário de casamento. Isabela morreu durante o trabalho de parto legando-lhe um filho. O franzino Guiseppe. Como sempre ocorre nestes casos, o pai culpou o menino pela morte da esposa. Com o tempo, a crescente semelhança entre o “bambino” e a mãe passou a incomodar tanto Jacomo, que ele acabou colocando-o em um colégio interno na cidade de Martigny, do outro lado da fronteira.
Aos dezenove anos, Guiseppe transferiu-se para Genebra, a fim de concluir seus estudos de musica e mecânica de precisão. Recusou os insistentes apelos do pai para retornar a Aosta, a fim de assumir o contrôle da fortuna da família. Cinco anos depois, com a morte do velho Jacomo, nomeou um tio para cuidar de seus interesses patrimoniais na Itália e montou um negócio. Uma fábrica de caixinhas musicais em Martigny. Além de tecnicamente capacitado, Guiueppe era um verdadeiro artista. Entretanto, um administrador desastrado. À medida que seu produto conquistava a Europa, a fábrica amargou seguidos prejuízos. Sem se dar conta, Guiuseppe acabou enterrando a fazenda no negócio. Quando deu por si já estava inapelavelmente arruinado.
Endividado, reuniu o pouco dinheiro que lhe restava e abandonou definitivamente a Suíça. Por vinte e dois anos perambulou entre Aosta e Bergamo vivendo de biscates. Os últimos anos de sua vida passou no asilo mantido pelos Franciscanos em Novarra, onde costumava animar as festas tocando violino. Quando morreu, sua herança consistia no instrumento usado e numa pasta de couro contendo cartas, partituras, apontamentos pessoais e desenhos e mais desenhos de caixinhas musicais. Durante alguns anos, esta pasta ficou esquecida dentro do arquivo do asilo, até ser encontrada e doada à biblioteca municipal. Muito tempo depois, já no ano de 1977, um inexpressivo relojoeiro aposentado (cujo nome nunca seria lembrado pela história não fosse o acaso), correu os olhos pelos projetos, interessou-se por um deles, copiou-o e resolveu construir o artefato musical.
Depois de muitas tentativas frustradas, a caixinha de musicas ficou pronta e foi posta em funcionamento. O sucesso do artefato foi imediato, conferindo fama e fortuna ao seu construtor. Tanto que até hoje é o orgulho da cidade de Novara, sendo exposta na casa do velho relojoeiro, a qual foi transformada em museu após seu falecimento em 1987.
Medindo vinte centímetros de largura, por trinta de cumprimento e quinze de altura a peça é de uma beleza rara. A caixa, confeccionada em aluminio leve e revestida externamente de ágata, recebeu finíssima decoração com motivos pastoris. De tão preciso, o encaixe da tampa não pode ser visto a não ser com muita atenção. O mecanismo é acionado por uma pequena saliência existente na mão do pastor pintado na face frontal da caixa.
A “Maravilha de Novara”, como acabou sendo conhecida, é um fenômeno da mecânica de precisão. Um leve toque no botão faz a tampa da caixa levantar suavemente expondo a superficie lisa. Quando a tampa fica num angulo de cem graus, o movimento estanca e inicia-se a musica. Uma versão para piano da Chacona (da partida no. 2, em Ré Menor, BWV 1004) de Johan Sebastião Bach.
Alguns instantes depois, um novo compartimento é revelado através do levantamento de um pequenino alçapão, cuja face interna é espelhada. O alçapão abre lateralmente, de maneira a formar um angulo de noventa graus com a superfície da caixa. Lá dentro, a bailarina aguarda o momento de entrar em cena. No auge da musica, o fundo do compartimento em que ela se encontra sobe lentamente até ficar ao nível da superfície. Quando a operação se completa, a bailarina sai rodopiando ao som da musica, tendo seus passos seguidos pela imagem projetada no pequenino espelho.
No entanto, a surpresa maior é reservada para o final. Ao acabar a musica, a dançarina retorna ao ponto inicial, desce para o camarim e o compartimento é fechado pelo alçapão. A tampa retorna automaticamente à posição inicial ao som de uma versão da Tocata e Fuga em Ré Menor, BWV 525, também de Bach. O artefato é de moto-contínuo, de maneira que não é necessário dar corda para que funcione novamente. A mola principal põe em funcionamento o mecanismo, o qual, uma vez em movimento, por indução magnética, bobina duas outras molas. Quando acaba a primeira musica, estas entram em ação retornando o mecanismo ao ponto inicial, rebobinando automaticamente a mola principal através de um minúsculo sistema de transmissão e redutores.
A notoriedade da “Maravilha de Novara” acabou alimentando a imaginação dos artistas locais, dando origem a várias versões acerca de seu funcionamento. Uma delas, a mais fantasiosa, foi popularizada através do teatro de marionetes de Guiuseppe Tardelli, que se apresenta todos os domingos na “Piazza del Populo”, no centro de Novara. Na peça, a bailarina foi aprisionada dentro da caixinha de musicas por um casal de bruxos malvados. Porém, sensibilizada com o destino da moça, uma bondosa fada que presenciou escondida a malvadeza amenizou o feitiço. Assim, no dia em que um príncipe acionasse o mecanismo a bailarina seria libertada. Mas, se retornasse seria novamente aprisionada.
Passado algum tempo, um príncipe apresenta-se e liberta a moça. Quando a caixinha de musicas abre-se, ela dança em homenagem à liberdade e se apaixona por ele. No entanto, o príncipe não se interessa pela bailarina, monta em seu cavalo e vai embora procurando novas aventuras. Infeliz, ela desiste de sua liberdade e se enclausura novamente na caixa. Um novo príncipe se apresenta, mas, com medo de perdê-lo, ela o convence a entrar na caixa. Feito isto, ambos acabam prisioneiros, até o momento em que o príncipe descobre que o feitiço somente funciona em relação à bailarina abandonando-a à própria sorte. Um terceiro príncipe aparece, um quarto, um quinto… mas todos recusam-se a alienar a própria liberdade. E é por isto que, toda vez que a “Maravilha de Novara” se abre, a bailarina dança sem precisar de corda. Afinal, é ela mesma que põe o mecanismo em funcionamento alimentando o feitiço que a mantém prisioneira.
Muitos criticam a primeira versão, alegando que a “Maravilha de Novara” é uma fraude, por que motores de moto-contínuo não existem. Outros, preferem simplesmente acreditar na estória contada pelos fantoches, mas lamentam seu tom pessimista. A vida é assim mesmo. Nunca se conseguirá unanimidade em se tratanto de uma obra de arte. Enfim…
Fábio Ribeiro
July 14, 2009 - Posted by Phoenix - 0 Comments
Consubstancialidade
É um conceito cristológico introduzido na profissão de fé pelo Concílio de Niceia e que diz respeito à divindade de Cristo, por ser da mesma substância do Pai.
Etimologia
O termo consubstancialidade é o correspondente ao termo grego homoousios, termo original que designa essa realidade. Este termo provém da junção de homos, que significa “o mesmo”, e ousios, proveniente de ousía, que significa substância ou essência. Assim, o termo tem o sentido de “da mesma substância, com a mesma essência”.
O correspondente em latim é consubstantialis, do qual deriva o termo em português, consubstancial. No entanto, podemos entender que tal tradução não exprime perfeitamente o sentido do termo grego. O vocábulo latino é composto por cum e substantia. Ora, cum, com o sentido de “com”, simultaneidade, não exprime rigorosamente o mesmo que o grego homos. Do mesmo modo, substantia pode não corresponder perfeitamente a ousía, na medida em que cada um dos termos pressupõe determinado sistema ontológico, que varia conforme a cultura em que se insere.
Origem
O vocábulo foi introduzido na confissão da fé católica pelo Concílio de Niceia, em 325. A sua adopção está diretamente ligada à heresia dos arianos. Este grupo de hereges, cujo precursor foi Ario, presbítero de Alexandria, negava a divindade de Jesus Cristo. O Verbo de Deus, para ele, merecia esse nome apenas segundo a nossa forma de pensar, pois era uma criatura, tal como nós, mas criada antes de tudo. Por ser uma criatura perfeita, Deus colocou-o acima de todos, pois sabia que ele jamais pecaria. Assim, a filiação de Jesus Cristo era apenas adotiva, do que resultava que o Pai o era apenas em sentido figurado.
A isto, a Igreja respondeu reafirmando a divindade do Filho e o carácter próprio da paternidade de Deus Pai. Para isso, serviu-se de várias expressões, mas todas elas foram contestadas pelos arianos, que as interpretavam sempre como uma ofensa ao monoteísmo. Face a isto, para exprimir o conceito que descrevia a natureza da divindade de Jesus e a sua relação com a divindade do Pai, o Concílio de Nicéia aplicou o termo homoousios.
O vocábulo não existe na Bíblia, mas foi tomado da filosofia grega. A sua adopção marca o início duma linguagem teológica própria e oficial da Igreja.
Significado teológico
O termo significa, portanto, que o Filho é da mesma substância (ousía) do Pai. Além disso, esclarece de que modo se pode entender a relação mútua entre as duas Pessoas. O Filho é gerado pelo Pai, o que equivale a dizer que não se trata da produção de algo distinto de Deus, como sucede na criação, em que Deus é causa eficiente (gerado, não criado, afirma o Credo). Por outro lado, não se pode entender esta geração divina de modo material, como se o Filho fosse parte do Pai ou tivesse havido uma divisão da substância divina.
O termo homoousios foi adotado para exprimir um conceito muito sujeito a distorções e compreensões defeituosas. Pretendeu-se apresentá-lo como linguagem rigorosa. No entanto, o vocábulo presta-se a ambiguidade. Ousía, no sentido de essência, tanto pode designar a essência individual como a essência do gênero. Além disso, não se aplica a Deus do mesmo modo que se pode aplicar aos entes corpóreos. Esta diversidade de interpretações teve o efeito de tornar o termo aceitável para os vários quadrantes da Igreja, que apresentavam matizes diferentes na compreensão da mesma realidade. A precisão teológica foi sendo procurada ao longo do tempo, de modo a unificar a compreensão trinitária no seio da Igreja.
O conceito de homoousios foi também aplicado ao Espírito Santo, para exprimir a sua relação com o Pai e o Filho: a mesma essência divina, sem divisão. No entanto, enquanto que o Filho é gerado, o Espírito Santo existe por processão.
O termo é também aplicado à simultaneidade das três pessoas, que constituem uma só substância.
In http://pt.wikipedia.org/wiki/Consubstancialidade
December 17, 2008 - Posted by Phoenix - 1 Comment
07 dicas para impulsionar a carreira de uma mulher
Escrito por Mariana Rodrigues
Hoje em dia, o marketing pessoal tornou-se uma ferramenta estratégica essencial no processo de se conduzir com sucesso uma marca pessoal. O desenvolvimento de um marketing pessoal é imprescindível para impulsionar a carreira tanto de homens quanto de mulheres, porém existem algumas particularidades que devem ser destacadas para os homens ou para as mulheres. Apresento aqui sete dicas que irão ajudar nós mulheres a impulsionar nossas carreiras.
1. Desenvolva um plano estratégico de carreira. Este será a base de seu sucesso e o planejamento de sua carreira deve estar contido nele. Não se esqueça de colocar suas táticas, suas idéias para alcançar o sucesso profissional. Converse com pessoas experientes, estude o mercado, leia sobre histórias de pessoas bem sucedidas em sua área de atuação.
2. Especialize-se. Encontre um “foco” de mercado promissor, ou seja, uma área específica dentro de sua profissão e torne-se realmente competente nesta especialização. A partir disso, comece a construir o seu lugar no mercado. Busque o diferencial. Busque se tornar uma referência naquilo que faz e ganhar espaço na concorrência.
3. Você é o produto que vende, então entenda que o fundamental é que o produto esteja de acordo com a embalagem que está vendendo. Assim, é importante se vestir de acordo com o cargo e tipos de clientes que irá atender. A primeira impressão é a que fica sim, e qualquer deslize pode ser fatal. Com seu vestuário você reforça a mensagem que pretende passar ao seu público alvo e, por isso, procure levar em conta seu tipo de público.
4. Reconheça suas qualidades pessoais e aprenda a utilizá-las a seu favor. Todos nós temos pontos fortes a serem explorados e isso além de causar boa impressão, é uma forma de impressionar profissionalmente. Aprenda a reforçá-las e utilizá-las na conquista de seus clientes.
5. Network. Um dos passos mais importantes na vida profissional de qualquer pessoa é a construção de uma “rede de relacionamentos”. Esta ação de marketing pessoal pode ajudar a impulsionar a carreira. Para isso, cultive bons contatos profissionais, crie uma agenda profissional além de sua agenda particular, inclua todas as pessoas que poderão de alguma forma, no presente ou no futuro, vir a ajudá-la profissionalmente. Em encontros, troque cartão de visita com estas pessoas como um meio de contato com estas pessoas. Mas lembre-se: Uma boa rede deve ser sempre pautada nos atos de valorizar e respeitar as pessoas, no desejo sincero de ajudar.
6. Invista na sua comunicação interpessoal. Se expresse de maneira clara, simpática e persuasiva, pois isso se torna essencial no contato com clientes, e no relacionamento profissional. Procure por cursos, livros ou pessoas experientes que possam te ajudar a desenvolver sua capacidade de comunicação. Em geral, as mulheres têm maior potencial de comunicação que os homens, pela sua capacidade intuitiva mais acentuada. Portanto, tire proveito destas habilidades femininas em sua promoção pessoal.
7. Seja sempre entusiasmada com o que faz. O entusiasmo contagia as pessoas, nos faz parecer competentes, bem dispostos e causa uma ótima impressão profissional. É uma qualidade essencial para todo bom profissional.
Homens e mulheres precisam se promover profissionalmente, mas as mulheres podem tirar proveito de algumas peculiaridades das características femininas para impulsionar suas carreiras. Pensem nessas dicas e botem pra fazer!
June 5, 2008 - Posted by Phoenix - 3 Comments
Reggae não é música do Maranhão!
Tacioli - Seu Vieira, e qual é o som do Maranhão? Ele tem um?
Vieira - Tem um som especial. E eu convido a vocês para que visitem o Maranhão na época de junho, de 20 a 30 de junho. Música falada não adianta, tem que ser ouvida. Pra vocês chegarem e ouvir as músicas do Maranhão nas ruas. Aí você vê que a música é diferente, o ritmo. Só de bumba-meu-boi nós temos quatro ritmos diferentes. E tudinho nós exportamos lá pra Amazônia. Lá tem Boi-Bumbá, o Parintins. Então, um estudioso radicado aqui, o Ubiratan Souza, diz que já coletou 45 ritmos diferentes no Maranhão. Isso ele é quem pode esclarecer com mais minúcias pra vocês.
Tacioli - E esses sons do Maranhão ainda são ouvidos lá?
Vieira – Ah! Muito embora, em uma entrevista com uma paulista, ela disse assim: “Seu Vieira, como é que vai a música do Maranhão, um tal de reggae que vocês têm lá?” Eu disse: “Minha filha, você está mal informada. Reggae não é música do Maranhão, não. Reggae é música da Jamaica. Há alguns seguidores no Maranhão. A música do Maranhão tem muitos ritmos, mas esse não é nosso. Tem gente que gosta de fox, tem gente que gosta de bolero, tem gente que gosta de reggae, tem gente que gosta de canções inglesas, italianas. Mas não é música do Maranhão. Música do Maranhão é outra coisa. É preciso se ouvir!”. Se vocês comprarem esse disco de hoje, vocês vão ouvir uma música que só tem lá, chamada tambor-de-crioula. Lá vocês vão ouvir uma música, a “Mina do Maranhão”, está inserida na música que fala do Maranhão. Lá vocês vão ouvir o samba maranhense, lá vocês vão ouvir os ritmos do carnaval de lá. Nós temos um grupo que tem quase 70 anos de fundado, e é só velho. Quem é novo tem 60 anos. E eles estão no meu disco. O nome desses velhinhos é Os Fuzileiros da Fuzarca. [ risos ] Só velho bom de cana e bom de batuque. Mas é bom mesmo vocês ouvirem a gravação. São 18 músicas escolhidas com os principais ritmos do Maranhão.