Músicas católicas para crianças

Cantem uma nova canção

Músicas católicas para crianças

Existem variados CDs infantis da Igreja católica resolvi criar esta lista. Todos os álbuns aqui citados podem ser encontrados na Paulinas. No entanto, também encontramos na Paulus e na Vozes. Assim como em sites especializados em música católica tanto para a liturgia, para a catequese, como sócio-educativos e para diversão da criança.

Coloque seus títulos também nos comentários.

1 - A Festa Maior, CD da Turma do Cantinho da Criança

Sobre o Ministério: Tudo começou com um programa na Rádio Canção Nova, em 1980, que foi carinhosamente chamado de “Cantinho da Criança”. Em 1992, o Cantinho ganhou o prêmio Microfone de Prata, da Unda-Brasil, como melhor programa de Rádio católico do Brasil. Para alcançar ainda mais crianças para Jesus, em 1995, surgiu uma proposta de um programa infantil na Rede Vida de Televisão. O desafio era enorme, mas com a ajuda da Mãezinha do Céu, tudo deu certo. O programa era muito simples, colorido e muito criativo. Depois fomos para a Rede Mulher com 15 minutos semanais e depois meia hora diária na Rede Vida. Hoje o nosso programa chega a todo mundo graças a Rede Canção Nova de Televisão. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 13h30, com duração de meia hora com muita criatividade, alegria, descontração e entretenimento, levando didática e educação à garotada, atingindo também aos pais e catequistas.

2 - CÂNDIDO NETO CD educativo infantil em dezembro de 2000

3 - FARÓIS DE ESPERANÇA - TAWANE E VINÍCIUS

4 – Família dos Anjos - Dalvimar Gallo

Descrição: Família dos Anjos é o álbum que, por meio de histórias escritas por Dalvimar Gallo (Ministério Anjos de Resgate), traz a realidade de muitas famílias que tentam levar aos seus filhos uma espiritualidade cristã. O CD também traz canções que retratam o que o personagem está vivendo, e a participação do Pe. Marcelo Rossi falando sobre a importância do amor e do perdão. Ele também cantou a canção “Sara e André”. Não deixe de conferir!

http://www.4shared.com/file/33478580/cc8a6101/Dalvimar_GalloFamilia_dos_Anjos.html?err=no-sess

5 - PEQUENOS CANTORES DO SENHOR BOM JESUS - É POR ISSO QUE CANTAMOS!

Os Pequenos Cantores do Senhor Bom Jesus nasceram em 1994 com um grupo de crianças que foram ensaiadas para cantar na missa do dia 12 de outubro na Paróquia do Senhor Bom Jesus, em Campo Largo-PR. Com a intensificação dos ensaios, revelaram-se vários talentos: crianças que cantavam com facilidade, outros que dominavam instrumentos musicais, outros que sabiam expressar-se através da dança, outros ainda que apresentavam o dom da palavra

6 – Padre Marcelo Rossi para Crianças

Novo álbum de Padre Marcelo Rossi. Reúne 14 sucessos (dos primeiros CDs) direcionados às crianças. http://www.portaldamusicacatolica.com.br/catalogo_4.asp

7 – Os 10 mandamentos para crianças (Os) - vol. 1 e vol. 2 (52 min.)

Os Dez Mandamentos para crianças, volume 1 e 2 , traz para o público infantil, numa linguagem de fácil assimilação e técnica de animação aprimorada, as histórias: O bezerro de ouro e Um dia de conflito, ensinamentos do primeiro ao terceiro mandamento da lei de Deus. 1º Amar a Deus sobre todas as coisas 2º Não tomar seu santo nome em vão. 3º Guardar os domingos e dias santos. Vencedor de 29 prêmios internacionais.

8 – A Boa notícia

9 – Dízimo é partilha

10 – Bem da hora

11- Bonita arte de Deus

12 – Canção na pré-escola I e II

13 – Canções brasileiras de ninar – Jairo Lara

14 - Canta criança, canta - Louvor dos pequeninos - Missa para crianças - José Acácio e coral Eco

15 - Coisas de criança I e II - Newton Heliton

16 – A Comunidade de Jesus - Irmão Israel José Nery, FSC

17 – Criancices – Pe. Zezinho

18 - Datas comemorativas vols. I, II, III e IV - João Collares

19 – É hora de cantar – Celina Santana

20 - Encontro feliz e a festa dos amiguinhos de Jesus - Peq. cantores Apucarana

21 – A escola é um show - Edilberto Perpétuo Vasconcelos

22 - Faróis de esperança - Tawane e Vinícius

23 - A Festa do Anjinho - Áurea Pinto de Miranda

24 - Festa no Arraial - Dalva, Zé Coqueiro e Canarinhos do Liceu

25 - Festança no arraiá Vol I - João Collares

26 – A Ilha dos Sonhos - João Collares

27 - Lá na terra do contrário/Deus é bonito - Pe. Zezinho

28 – O Mundo encantado da criança - Zélia Barros

29 – A sementinha I, II, III e IV –

30 - Os Salmos das crianças - Frei Fabreti

31 - O Mundo encantado da Música Vol. I, II, III e IV - Nilsa Zimmermann

32 – Músicas para a mamãe e o bebê – Vera Lúcia

33 – Temas de Família – Vera Lúcia

34 – A Missa – Vera Lúcia

35 – Cantinho da Criança – Canção Nova

36 – Turminha do Papai do céu – Canção Nova Família, o filme perfeito

37 - Grandes Aventuras 1 Luz e Canto

38 – A Boa Notícia – Irmã Miria

39 – É tempo de recomeçar - (acompanha partitura) - Advento e Natal para crianças

40 – Cantinho da criança - (FESTA MAIOR - MISSA DA CRIANÇA)

CD CANTA CRIANÇA, CANTA

41 - Vamos à casa do Senhor (CD + Partituras)

42 – Perseverar – Adrielle Lopes

43 - As crianças cantam a Páscoa e Pentecostes

44 - As mais lindas canções da Igreja católica I e II

45 - Catequese em Canto Cd + Partituras

46 – Cante e dance – Cosme

47 – Dance na alegria da Fé I e II

48 – Ninguém fica parado – Exôdus

49 – Vamos animar e celebrar – Grupo musical irmã Tecla Merlo

50 – Coleção Jesus para crianças – As Parábolas de Jesus, as pescas maravilhosas, Jesus e a natureza, Jesus o Vencedor, Milagres de Cura, Milagres de Multiplicações e o bom Pastor.

51 – Alma em festa – Palavra Viva

52 – Coisas que já sei/Crianças a louvar e playback– Pe. Zezinho

53 – Diante do Presépio – Pe. Zezinho

55 – Amigo fiel – Rafaela e projeto crescer

56 – Festa Galera de Deus – Ricardo KK



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A história da Caixinha de Música

A CAIXINHA DE MUSICAS

Nascido na cidade de Aosta, Jacomo Di Trancredi foi educado em Turim, retornando à terra natal após concluir os estudos de Lógica e Direito. Aos vinte e cinco anos, como contratado, casou-se com a bela Isabela Rebellato, realizando o sonho de seu pai de uniar as duas maiores fazendas da cidade. Sua vida conjugal foi plena de felicidade, entretanto, abreviada antes do segundo aniversário de casamento. Isabela morreu durante o trabalho de parto legando-lhe um filho. O franzino Guiseppe. Como sempre ocorre nestes casos, o pai culpou o menino pela morte da esposa. Com o tempo, a crescente semelhança entre o “bambino” e a mãe passou a incomodar tanto Jacomo, que ele acabou colocando-o em um colégio interno na cidade de Martigny, do outro lado da fronteira.

Aos dezenove anos, Guiseppe transferiu-se para Genebra, a fim de concluir seus estudos de musica e mecânica de precisão. Recusou os insistentes apelos do pai para retornar a Aosta, a fim de assumir o contrôle da fortuna da família. Cinco anos depois, com a morte do velho Jacomo, nomeou um tio para cuidar de seus interesses patrimoniais na Itália e montou um negócio. Uma fábrica de caixinhas musicais em Martigny. Além de tecnicamente capacitado, Guiueppe era um verdadeiro artista. Entretanto, um administrador desastrado. À medida que seu produto conquistava a Europa, a fábrica amargou seguidos prejuízos. Sem se dar conta, Guiuseppe acabou enterrando a fazenda no negócio. Quando deu por si já estava inapelavelmente arruinado.

Endividado, reuniu o pouco dinheiro que lhe restava e abandonou definitivamente a Suíça. Por vinte e dois anos perambulou entre Aosta e Bergamo vivendo de biscates. Os últimos anos de sua vida passou no asilo mantido pelos Franciscanos em Novarra, onde costumava animar as festas tocando violino. Quando morreu, sua herança consistia no instrumento usado e numa pasta de couro contendo cartas, partituras, apontamentos pessoais e desenhos e mais desenhos de caixinhas musicais. Durante alguns anos, esta pasta ficou esquecida dentro do arquivo do asilo, até ser encontrada e doada à biblioteca municipal. Muito tempo depois, já no ano de 1977, um inexpressivo relojoeiro aposentado (cujo nome nunca seria lembrado pela história não fosse o acaso), correu os olhos pelos projetos, interessou-se por um deles, copiou-o e resolveu construir o artefato musical.
Depois de muitas tentativas frustradas, a caixinha de musicas ficou pronta e foi posta em funcionamento. O sucesso do artefato foi imediato, conferindo fama e fortuna ao seu construtor. Tanto que até hoje é o orgulho da cidade de Novara, sendo exposta na casa do velho relojoeiro, a qual foi transformada em museu após seu falecimento em 1987.

Medindo vinte centímetros de largura, por trinta de cumprimento e quinze de altura a peça é de uma beleza rara. A caixa, confeccionada em aluminio leve e revestida externamente de ágata, recebeu finíssima decoração com motivos pastoris. De tão preciso, o encaixe da tampa não pode ser visto a não ser com muita atenção. O mecanismo é acionado por uma pequena saliência existente na mão do pastor pintado na face frontal da caixa.
A “Maravilha de Novara”, como acabou sendo conhecida, é um fenômeno da mecânica de precisão. Um leve toque no botão faz a tampa da caixa levantar suavemente expondo a superficie lisa. Quando a tampa fica num angulo de cem graus, o movimento estanca e inicia-se a musica. Uma versão para piano da Chacona (da partida no. 2, em Ré Menor, BWV 1004) de Johan Sebastião Bach.

Alguns instantes depois, um novo compartimento é revelado através do levantamento de um pequenino alçapão, cuja face interna é espelhada. O alçapão abre lateralmente, de maneira a formar um angulo de noventa graus com a superfície da caixa. Lá dentro, a bailarina aguarda o momento de entrar em cena. No auge da musica, o fundo do compartimento em que ela se encontra sobe lentamente até ficar ao nível da superfície. Quando a operação se completa, a bailarina sai rodopiando ao som da musica, tendo seus passos seguidos pela imagem projetada no pequenino espelho.
No entanto, a surpresa maior é reservada para o final. Ao acabar a musica, a dançarina retorna ao ponto inicial, desce para o camarim e o compartimento é fechado pelo alçapão. A tampa retorna automaticamente à posição inicial ao som de uma versão da Tocata e Fuga em Ré Menor, BWV 525, também de Bach. O artefato é de moto-contínuo, de maneira que não é necessário dar corda para que funcione novamente. A mola principal põe em funcionamento o mecanismo, o qual, uma vez em movimento, por indução magnética, bobina duas outras molas. Quando acaba a primeira musica, estas entram em ação retornando o mecanismo ao ponto inicial, rebobinando automaticamente a mola principal através de um minúsculo sistema de transmissão e redutores.

A notoriedade da “Maravilha de Novara” acabou alimentando a imaginação dos artistas locais, dando origem a várias versões acerca de seu funcionamento. Uma delas, a mais fantasiosa, foi popularizada através do teatro de marionetes de Guiuseppe Tardelli, que se apresenta todos os domingos na “Piazza del Populo”, no centro de Novara. Na peça, a bailarina foi aprisionada dentro da caixinha de musicas por um casal de bruxos malvados. Porém, sensibilizada com o destino da moça, uma bondosa fada que presenciou escondida a malvadeza amenizou o feitiço. Assim, no dia em que um príncipe acionasse o mecanismo a bailarina seria libertada. Mas, se retornasse seria novamente aprisionada.

Passado algum tempo, um príncipe apresenta-se e liberta a moça. Quando a caixinha de musicas abre-se, ela dança em homenagem à liberdade e se apaixona por ele. No entanto, o príncipe não se interessa pela bailarina, monta em seu cavalo e vai embora procurando novas aventuras. Infeliz, ela desiste de sua liberdade e se enclausura novamente na caixa. Um novo príncipe se apresenta, mas, com medo de perdê-lo, ela o convence a entrar na caixa. Feito isto, ambos acabam prisioneiros, até o momento em que o príncipe descobre que o feitiço somente funciona em relação à bailarina abandonando-a à própria sorte. Um terceiro príncipe aparece, um quarto, um quinto… mas todos recusam-se a alienar a própria liberdade. E é por isto que, toda vez que a “Maravilha de Novara” se abre, a bailarina dança sem precisar de corda. Afinal, é ela mesma que põe o mecanismo em funcionamento alimentando o feitiço que a mantém prisioneira.

Muitos criticam a primeira versão, alegando que a “Maravilha de Novara” é uma fraude, por que motores de moto-contínuo não existem. Outros, preferem simplesmente acreditar na estória contada pelos fantoches, mas lamentam seu tom pessimista. A vida é assim mesmo. Nunca se conseguirá unanimidade em se tratanto de uma obra de arte. Enfim…

Fábio Ribeiro



Consubstancialidade

Consubstancialidade

É um conceito cristológico introduzido na profissão de fé pelo Concílio de Niceia e que diz respeito à divindade de Cristo, por ser da mesma substância do Pai.

Etimologia

O termo consubstancialidade é o correspondente ao termo grego homoousios, termo original que designa essa realidade. Este termo provém da junção de homos, que significa “o mesmo”, e ousios, proveniente de ousía, que significa substância ou essência. Assim, o termo tem o sentido de “da mesma substância, com a mesma essência”.

O correspondente em latim é consubstantialis, do qual deriva o termo em português, consubstancial. No entanto, podemos entender que tal tradução não exprime perfeitamente o sentido do termo grego. O vocábulo latino é composto por cum e substantia. Ora, cum, com o sentido de “com”, simultaneidade, não exprime rigorosamente o mesmo que o grego homos. Do mesmo modo, substantia pode não corresponder perfeitamente a ousía, na medida em que cada um dos termos pressupõe determinado sistema ontológico, que varia conforme a cultura em que se insere.

Origem

O vocábulo foi introduzido na confissão da fé católica pelo Concílio de Niceia, em 325. A sua adopção está diretamente ligada à heresia dos arianos. Este grupo de hereges, cujo precursor foi Ario, presbítero de Alexandria, negava a divindade de Jesus Cristo. O Verbo de Deus, para ele, merecia esse nome apenas segundo a nossa forma de pensar, pois era uma criatura, tal como nós, mas criada antes de tudo. Por ser uma criatura perfeita, Deus colocou-o acima de todos, pois sabia que ele jamais pecaria. Assim, a filiação de Jesus Cristo era apenas adotiva, do que resultava que o Pai o era apenas em sentido figurado.

A isto, a Igreja respondeu reafirmando a divindade do Filho e o carácter próprio da paternidade de Deus Pai. Para isso, serviu-se de várias expressões, mas todas elas foram contestadas pelos arianos, que as interpretavam sempre como uma ofensa ao monoteísmo. Face a isto, para exprimir o conceito que descrevia a natureza da divindade de Jesus e a sua relação com a divindade do Pai, o Concílio de Nicéia aplicou o termo homoousios.

O vocábulo não existe na Bíblia, mas foi tomado da filosofia grega. A sua adopção marca o início duma linguagem teológica própria e oficial da Igreja.

Significado teológico

O termo significa, portanto, que o Filho é da mesma substância (ousía) do Pai. Além disso, esclarece de que modo se pode entender a relação mútua entre as duas Pessoas. O Filho é gerado pelo Pai, o que equivale a dizer que não se trata da produção de algo distinto de Deus, como sucede na criação, em que Deus é causa eficiente (gerado, não criado, afirma o Credo). Por outro lado, não se pode entender esta geração divina de modo material, como se o Filho fosse parte do Pai ou tivesse havido uma divisão da substância divina.

O termo homoousios foi adotado para exprimir um conceito muito sujeito a distorções e compreensões defeituosas. Pretendeu-se apresentá-lo como linguagem rigorosa. No entanto, o vocábulo presta-se a ambiguidade. Ousía, no sentido de essência, tanto pode designar a essência individual como a essência do gênero. Além disso, não se aplica a Deus do mesmo modo que se pode aplicar aos entes corpóreos. Esta diversidade de interpretações teve o efeito de tornar o termo aceitável para os vários quadrantes da Igreja, que apresentavam matizes diferentes na compreensão da mesma realidade. A precisão teológica foi sendo procurada ao longo do tempo, de modo a unificar a compreensão trinitária no seio da Igreja.

O conceito de homoousios foi também aplicado ao Espírito Santo, para exprimir a sua relação com o Pai e o Filho: a mesma essência divina, sem divisão. No entanto, enquanto que o Filho é gerado, o Espírito Santo existe por processão.

O termo é também aplicado à simultaneidade das três pessoas, que constituem uma só substância.

In http://pt.wikipedia.org/wiki/Consubstancialidade



O Roubo da Consciência

Você certamente já leu ou ouviu, algum dia, a notícia de roubo, incêndio, naufrágio ou explosão de algum bem móvel ou imóvel que pertencia a alguém, não é mesmo?

No entanto, ninguém jamais ouviu ou leu uma manchete com os dizeres:

“Foi roubada a coragem desta ou daquela pessoa”, “Foi extraviada grande porção de otimismo.Quem a encontrar favor devolver no endereço citado”.

Ou então, “Incêndio consumiu toda a fidelidade de fulano” ou “Naufragou a honestidade de beltrano.”

Enfim, nunca se ouve falar que as virtudes de alguém tenham sofrido assaltos ou outro dano qualquer.

Todavia, isso acontece diariamente quando as negociatas indignas põem por terra a honestidade e a honradez deste ou daquele cidadão, que sucumbe ante grandes quantias em dinheiro ou favorecimentos de toda ordem.

No entanto, as virtudes que se deixam arrastar por interesses próprios, não são virtudes efetivas, são ensaios de virtudes.

Quem verdadeiramente conquista uma virtude, jamais a perde.

Contou-nos um amigo, jovem advogado que labora num órgão público que, em certa ocasião, estava com uma pilha de processos sobre a mesa, quando seu superior entrou na sala, tomou dois daqueles processos e pôs de lado, dizendo-lhe:

“Quero que você arquive estes processos.”

O advogado perguntou por que razão deveria arquivá-los, e o diretor respondeu simplesmente: “Porque os acusados são meus amigos e me pediram esse favor”.

O moço, que tinha compromisso sério com a própria consciência, fez com que os processos seguissem seu curso, sem interferir.

Tempos depois, os acusados tiveram que arcar com as custas do processo e indenizar vários cidadãos, aos quais haviam prejudicado de alguma forma.

Quando questionado por seu superior sobre o ocorrido, o advogado argumentou que o fato de os acusados serem seus amigos, não era suficiente para isentá-los da responsabilidade de seus atos.

Se o jovem advogado não tivesse firmeza de caráter, poderia ter dado ocasião a que fosse registrado em sua ficha espiritual a seguinte anotação:

“Este Espírito sofreu, em tal data, um assalto da corrupção e da prepotência e teve seus bens mais preciosos, que são a fidelidade e a honestidade, roubados.”

Felizmente isso não aconteceu.

……………

Toda vez que permitimos que nosso patrimônio ético-moral seja comprado ou roubado, ficamos mais pobres espiritualmente.

Quando aplaudimos a corrupção e a ganância dos outros, somos coniventes com essas misérias morais, e empobrecemos.

Pense nisso, e considere que vale a pena preservar esse bem tão valioso que é o seu patrimônio moral.

Texto da Equipe de Redação do site www.momento.com.br, com base em fato real



07 dicas para impulsionar a carreira de uma mulher

07 dicas para impulsionar a carreira de uma mulher

Escrito por Mariana Rodrigues

Hoje em dia, o marketing pessoal tornou-se uma ferramenta estratégica essencial no processo de se conduzir com sucesso uma marca pessoal. O desenvolvimento de um marketing pessoal é imprescindível para impulsionar a carreira tanto de homens quanto de mulheres, porém existem algumas particularidades que devem ser destacadas para os homens ou para as mulheres. Apresento aqui sete dicas que irão ajudar nós mulheres  a impulsionar nossas carreiras.

1.     Desenvolva um plano estratégico de carreira. Este será a base de seu sucesso e o planejamento de sua carreira deve estar contido nele. Não se esqueça de colocar suas táticas, suas idéias para alcançar o sucesso profissional. Converse com pessoas experientes, estude o mercado, leia sobre histórias de pessoas bem sucedidas em sua área de atuação.

2.    Especialize-se. Encontre um “foco” de mercado promissor, ou seja, uma área específica dentro de sua profissão  e torne-se realmente competente nesta especialização. A partir disso, comece a construir o seu  lugar no mercado. Busque o diferencial. Busque se tornar uma referência naquilo que faz e ganhar espaço na concorrência.

3.    Você é o produto que vende, então entenda que o fundamental é que o produto esteja de acordo com a embalagem que está vendendo. Assim, é  importante se vestir de acordo com o cargo e tipos de clientes que irá atender.  A primeira impressão é a que fica sim, e qualquer deslize pode ser fatal. Com seu vestuário você reforça a mensagem que pretende passar ao seu público alvo e, por isso,  procure levar em conta seu tipo de público.

4.    Reconheça suas qualidades pessoais e aprenda a utilizá-las a seu favor. Todos nós temos pontos fortes a serem explorados e isso além de causar boa impressão, é uma forma de impressionar profissionalmente. Aprenda a  reforçá-las e  utilizá-las na conquista de seus clientes.

5.    Network. Um dos passos mais importantes na vida profissional de qualquer pessoa é a construção de uma “rede de relacionamentos”. Esta ação de marketing pessoal pode ajudar a impulsionar a carreira. Para isso, cultive bons contatos profissionais, crie uma agenda profissional além de sua agenda particular, inclua todas as pessoas que poderão de alguma forma, no presente ou no futuro, vir a ajudá-la profissionalmente. Em encontros, troque cartão de visita com estas pessoas  como um meio de contato com estas pessoas. Mas lembre-se: Uma boa rede deve ser sempre pautada nos atos de valorizar e respeitar as pessoas, no desejo sincero de ajudar.

6.    Invista na sua comunicação interpessoal. Se expresse de maneira clara, simpática e persuasiva, pois isso se torna essencial no contato com clientes, e no relacionamento profissional. Procure por cursos, livros ou pessoas experientes que possam te ajudar a desenvolver sua capacidade de comunicação.  Em geral, as mulheres têm maior potencial de comunicação que os homens, pela sua capacidade intuitiva mais acentuada. Portanto, tire proveito destas habilidades femininas em sua promoção pessoal.

7.    Seja sempre entusiasmada com o que faz. O entusiasmo contagia as pessoas, nos faz parecer competentes, bem dispostos  e causa uma  ótima impressão profissional.  É uma qualidade essencial para todo bom profissional.

Homens e mulheres  precisam se promover profissionalmente, mas as mulheres podem tirar proveito de algumas peculiaridades das características femininas para impulsionar suas carreiras. Pensem nessas dicas e botem pra fazer!

 



Camuflagem humana

Camuflar humanos também é uma arte

Não se trata de nenhum tipo de estratégia militar, mas sim de uma nova arte que tenta reproduzir a invisibilidade. Os artistas da camuflagem fazem um excelente trabalho em pintar roupas e  pessoas para que elas pareçam não serem vistas.

Lógico que não chega aos pés do que o mundo animal faz, mas você consegue fazer fotos  impressionantes. Como as da artista alemã Desiree Palmen que você confere abaixo.





A artista chinesa Liu Bolin quer mesmo reproduzir a camuflagem de animais como o camaleão. Em suas fotografias os modelos aparecem completamente pintados para se misturarem ao ambiente.



E você? Gostaria de ser invisível as vezes?

Fonte: Environmental Graffiti



Mulheres matam os próprios bebês

Mulheres matam os próprios bebês para acabar com guerra

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Guerras tribais acontecem há muito tempo em Papua, Nova Guiné. Um destes conflitos começou em 1986 por causa de acusações de bruxaria.

A vida das mulheres das tribos se tornou muito difícil, pois além da morte de entes queridos elas precisam arrumar comida, abrigo e realizar outras tarefas do dia a dia.

Desesperadas pelo fim dos conflitos mulheres de diferentes tribos acharam uma maneira extrema de atingir seus objetivos. Matar os bebês do sexo masculino e assim diminuir as frentes de batalha. Não se sabe quantos foram mortos, mas foi o suficiente para que uma trégua de três dias fosse estabelecida com o objetivo de se atingir uma reconciliação.

O Exército da Salvação está trabalhando com várias tribos com o objetivo de trazer a paz aos grupos tribais. Um de seus representantes afirma que “a situação mostra a extrema frustração que as mulheres tem com os homens desta área.”

Muitas pessoas podem achar um absurdo e desumano a atitude das mulheres destas tribos, mas precisamos lembrar que na cultura delas talvez isso não seja tão bizarro assim.

Fonte: News.com.au



Personagens mais difíceis de morrer da História

Você acha que o personagem de Bruce Willis era duro de matar? Pois saiba que os feitos dos caras abaixo foram reais (ou especula-se que foram).

Barba Negra

Um dos piratas mais famosos do mundo (Jack Sparrow é fictício) teve mais de 14 esposas e a maior parte delas estava no início da adolescência. Ele tinha diversas táticas para manter as pessoas assustadas. Uma vez atirou no próprio imediato só para os marujos se lembrarem de quanto ele poderia ser mau.

Quando estava mais velho ele se aposentou na Carolina do Norte e passou a cobrar pedágio para quem passasse na frente de sua enseada. Isso levou o governador da Carolina do Norte a mandar dois navios de guerra sob o comando de Robert Maynard para matá-lo.

Ào invés de fugir, Barba Negra abordou o navio e destruiu o convés com granadas primitivas. Uma luta aconteceu no navio e o pirata quase decepou a mão de Maynard, que acabou conseguindo quebrar sua espada ao apunhalar Barba Negra nas costas. Depois disso ele foi esfaqueado mais 20 vezes e atingido por 5 tiros, até morrer sangrando ao tentar recarregar sua arma.

A cabeça dele foi decepada e pendurada no navio. Maynard recebeu sua recompensa, que equivaleria a 18 mil Dólares atualmente.

Pablo Escobar

O traficante de drogas mais famoso da história pisou no calo de muita gente. Ele chegou a movimentar 80% da cocaína consumida no mundo, foi indicado pela Forbes como o sétimo homem mais rico do mundo (25 bilhões), mandou derrubar um avião de passageiros para matar uma pessoa (que no fim das contas não estava no vôo), mandou matar um candidato a presidência da Colômbia por negociar com os EUA, chegou a ordenar cerca de três carros-bomba por dia e matava juízes, políticos e quem se metesse na frente. No fim das contas ele foi responsável direto por cerca de 4 mil mortes.

Para contê-lo uma força-tarefa chamada Search Bloc foi montada. Ela tinha membros da Delta Force e fuzileiros navais americanos, além de policiais colombianos. eles se juntaram a um grupo de justiceiros chamados Los Pepes, formado por familiares de vítimas de Pablo.

O único objetivo de todos eles era matar o traficante. Eles acabaram em uma perseguição nos telhados de Medellin onde alguns milhares de tiros foram disparados. Alguns dizem que Pablo se matou após receber alguns tiros, com o objetivo de não se entregar. Outros dizem que o tiro na cabeça que o matou foi um dos milhares disparados contra ele.

A epopéia da morte de Pablo Escobar virou um livro chamado Killing Pablo, que vai se tornar um filme dirigido por Joe Carnahan (Narc) e terá (provavelmente) no elenco Christian Bale (Batman Begins) e Chris Pine (o novo capitão Kirk).

Ned Kelly

Ele foi um fora-da-lei muito famoso na Austrália. Sua fama cresceu muito quando ele matou 3 policiais para fugir de uma acusação de homicídio. Além disso Kelly foi responsável pelo roubo de 2 grandes bancos.

Quando soube que um trem cheio de policiais estava vindo para pendê-lo ele fez 70 pessoas reféns em um hotel e um cerco policial foi formado. Ao invés de negociar com os policiais, ele fez uma espécie de armadura e saiu pela porta atirando nos policiais.

Por falta de preparo ou de matéria prima esta armadura não protegia nem os braços ou pernas de Kelly. que levou diversos tiros, sobreviveu, foi levado a julgamento e condenado a morte. Quando sua sentença foi anunciada o fora-da-lei disse que o juiz morreria antes dele. Dito e feito.

Leon Trotsky

Este russo foi braço direito de Lenin quando a União Soviética foi formada, criando e comandando o exército vermelho. Foi membro do Politburo e ajudava na tomada de decisões políticas.

Quando Lenin morreu, sua influência política foi por água abaixo. Assim, ele foi para os EUA depor ao congresso o quanto Stalin era um mau sujeito. Ao saber disso, Stalin mandou matar Trotsky, obviamente.

Como não conseguiu entrar nos EUA, foi morar no México. Lá ele foi atacado por Ramon Mercader, um assassino mandado por Stalin. Ele deu uma machadada no crânio de Leon, que levantou, cuspiu na cara de Ramon e começou a lutar com ele. Ao ouvir os barulhos seus seguranças entraram no quarto e conseguiram render o assassino.

Trotsky foi levado ao hospital onde passou por uma cirurgia e morreu no dia seguinte por complicações.

Grigori Rasputin

Para muitos ele é o vilão do primeiro filme do Hellboy, mas na verdade a maneira como ele morreu o tornou uma lenda.

Rasputin era um místico russo que vivia com o czar Nicholas II no início do século passado. O czar e sua esposa acreditavam que Grigori podia curar o filho dos dois, que era hemofílico. Sua influência era tamanha que para que alguém tivesse uma audiência com a família real precisava primeiro passar por Rasputin.

O comportamento devasso e corrupto dele acabou por manchar sua reputação frente ao czar. Durante a Primeira Guerra ele foi acusado de ser um espião dos Alemães. Estas coisas acabaram levando o russo a sua morte.

Primeiramente uma ex-prostitua lhe deu uma facada no abdômen colocando parte de suas entranhas para fora. Certa de seu sucesso ela gritou “Eu matei o anticristo!” Depois de uma intensiva cirurgia ele se recuperou, mas segundo as memórias de sua filha, Rasputin nunca mais foi o mesmo, pois se cansava mais rapidamente e frequentemente tomava ópio para a dor.

Depois um grupo de aristocratas decidiu que era hora dele pendurar as botas. O príncipe Felix Yusupov o chamou para uma comemoração em um de seus palácios. Lá foi servido a Rasputin um bolo e vinho com quantidades enormes de cianureto. Ele comeu tudo e aparentemente nada aconteceu. Surpreso pelo fato de Rasputin não morrer o príncipe pegou um revólver e atirou nele pelas costas.

Todos pensaram que Rasputin estava morto então resolveram ir embora. Yusupov esqueceu o casaco e voltou para o palácio. Quando ele entrou na sala, Rasputin abriu os olhos, agarrou o príncipe e disse em seus ouvidos “menino mau”, depois começou a estrangulá-lo. Os outros conspiradores voltaram e começaram a atirar nele, depois de mais três tiros nas costas, Rasputin caiu novamente.

Incrivelmente ele ainda estava vivo e se esforçava para levantar. Os conspiradores então lutaram contra Rasputin até conseguirem amarrá-lo com um lençol. Jogaram-no ainda vivo em um rio congelado e finalmente Rasputin morreu.

Três dias depois seu corpo foi encontrado com um dos braços solto, mostrando que ele ainda tentou sair do rio. Uma autópsia mostrou a presença de água em seus pulmões, confirmando que ele havia morrido afogado e não pelo veneno encontrado (em quantidade suficiente matá-lo) ou pelos quatro tiros.



Sou um professor

Sou um professor

(John W. Schlatter)
Eu sou um professor.
Nasci no primeiro momento em que uma pergunta saltou da boca de uma criança.

 
Tenho sido muitas pessoas em muitos lugares.
Sou Sócrates, estimulando a juventude de Atenas para descobrir novas idéias usando perguntas.
Sou Anne Sullivan, tamborilando os segredos do universo sobre a mão estendida de Helen Keller.
Sou Esopo e Hans Christian Andersen, revelando a verdade por meio de muitas, muitas estórias.
Sou Darcy Ribeiro, construindo uma universidade a partir do nada no planalto brasileiro.
Sou Ayrton Senna, que transforma sua fama de herói esportista em recursos para educar crianças em seu país.
Sou Anísio Teixeira, na sua luta de democratização da educação para que todas as crianças brasileiras tenham acesso à escola.
Os nomes daqueles que exerceram minha profissão constituem uma galeria da fama da humanidade: Buda, Paulo Freire, Confúcio, Montessori, Emilia Ferreiro, Moisés, Jesus.
Eu sou também aqueles nomes e rostos que já foram esquecidos, mas cujas lições e cujo caráter serão para sempre lembrados nas realizações dos que educaram.
Já chorei de alegria em casamentos de ex-alunos, ri de felicidade pelo nascimento de seus filhos e me quedei de cabeça baixa, em dor e confusão, junto a sepulturas cavadas cedo demais para corpos jovens demais.
No decorrer de um dia já fui chamado para ser artista, amigo, enfermeiro, médico, treinador; tive de encontrar objetos perdidos, emprestar dinheiro, fui motorista de táxi, psicólogo, substituto de pai e mãe, vendedor, político e guardião da fé.
Apesar de mapas, gráficos, fórmulas, verbos, histórias e livros, na verdade não tive nada a ensinar aos meus alunos porque o que eles de fato têm de aprender é quem eles são. E eu sei que é preciso um mundo para ensinar a uma pessoa quem ela é.
Eu sou um paradoxo. Quanto mais escuto, mais alta se faz ouvir minha voz. Quanto mais estou disposto a receber com simpatia o que vem de meus alunos, mais tenho para oferecer-lhes.
Riqueza material não faz parte dos meus objetivos, mas eu sou um caçador de tesouros, dedicado em tempo integral à procura de novas oportunidades para meus alunos usarem seus talentos e buscando sempre descobrir seu potencial, às vezes enterrado sob o sentimento do fracasso.
Sou o mais afortunado dos trabalhadores.
Um médico pode trazer uma vida ao mundo num só momento mágico. A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades mais sólidas.
Um arquiteto sabe que, se construir com cuidado, sua estrutura pode durar séculos. Um professor sabe que, se construir com amor de verdade, sua obra com certeza durará para sempre.
Sou um guerreiro que luta todos os dias contra a pressão de colegas, a negatividade, o medo, o conformismo, o preconceito, a ignorância e a apatia. Mas tenho grandes aliados: a inteligência, a curiosidade, o apoio dos pais, a individualidade, a criatividade, a fé, o amor e o riso. Todos vêm reforçar minha trincheira.
E a quem devo agradecer pela vida maravilhosa que tenho senão a vocês, pais, que me honraram ao me confiar seus filhos, que são sua maior contribuição para a eternidade.
E assim tenho um passado rico em recordações. Tenho um presente desafiador, cheio de aventuras e alegrias, porque me é dado passar todos os meus dias com o futuro.
Sou um professor… e agradeço a Deus por isso, todos os dias.
 
 
* John W. Schlatter é um ex-professor americano. Seu poema foi extraído do best seller Chicken Soup for the Soul (Canja de Galinha para a Alma), de Jack Canfield e Mark Victor Hansen. Tradução de Tatiana Belinky e adaptação de Guiomar Namo de Mello
 
Fonte: revista Nova Escola - outubro 1997


Mestre Antonio Vieira

Reggae não é música do Maranhão!

Tacioli - Seu Vieira, e qual é o som do Maranhão? Ele tem um?
Vieira -
Tem um som especial. E eu convido a vocês para que visitem o Maranhão na época de junho, de 20 a 30 de junho. Música falada não adianta, tem que ser ouvida. Pra vocês chegarem e ouvir as músicas do Maranhão nas ruas. Aí você vê que a música é diferente, o ritmo. Só de bumba-meu-boi nós temos quatro ritmos diferentes. E tudinho nós exportamos lá pra Amazônia. Lá tem Boi-Bumbá, o Parintins. Então, um estudioso radicado aqui, o Ubiratan Souza, diz que já coletou 45 ritmos diferentes no Maranhão. Isso ele é quem pode esclarecer com mais minúcias pra vocês.
Tacioli - E esses sons do Maranhão ainda são ouvidos lá?
Vieira –
Ah! Muito embora, em uma entrevista com uma paulista, ela disse assim: “Seu Vieira, como é que vai a música do Maranhão, um tal de reggae que vocês têm lá?” Eu disse: “Minha filha, você está mal informada. Reggae não é música do Maranhão, não. Reggae é música da Jamaica. Há alguns seguidores no Maranhão. A música do Maranhão tem muitos ritmos, mas esse não é nosso. Tem gente que gosta de fox, tem gente que gosta de bolero, tem gente que gosta de reggae, tem gente que gosta de canções inglesas, italianas. Mas não é música do Maranhão. Música do Maranhão é outra coisa. É preciso se ouvir!”. Se vocês comprarem esse disco de hoje, vocês vão ouvir uma música que só tem lá, chamada tambor-de-crioula. Lá vocês vão ouvir uma música, a “Mina do Maranhão”, está inserida na música que fala do Maranhão. Lá vocês vão ouvir o samba maranhense, lá vocês vão ouvir os ritmos do carnaval de lá. Nós temos um grupo que tem quase 70 anos de fundado, e é só velho. Quem é novo tem 60 anos. E eles estão no meu disco. O nome desses velhinhos é Os Fuzileiros da Fuzarca. [ risos ] Só velho bom de cana e bom de batuque. Mas é bom mesmo vocês ouvirem a gravação. São 18 músicas escolhidas com os principais ritmos do Maranhão.