Referências bibliográficas sobre jogo e educação

Referências Bibliográficas
sobre Jogo e Educação


Seleção: profa. Tânia Ramos Fortuna

  1. ABERASTURY, A. A criança e seus jogos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
  2. ABRAMOVICH, F. O estranho mundo que se mostra às crianças. São Paulo: Summus, 1983.
  3. ABRÃO, J. L. F. A história da psicanálise de crianças no Brasil. São Paulo: Escuta, 2001.
  4. ADAMS, Margaret (ed.). Collectible dolls and accessories of twenties and thirties from Sears, Roebuck and Co. Catalogs. Mineola, N.Y.: Dover Publications, Inc., 1986.
  5. ADELSIN. Barangandão arco-íris: 36 brinquedos inventados por meninos. Belo Horizonte: Adelsin, 1997.
  6. AFFONSO, R. M. L. Ludodiagnóstico. São Paulo: Plêiade, 1995.
  7. AGUIAR, J. S. Jogos para o ensino de conceitos: leitura e escrita na pré-escola. Campinas: Papirus, 1998.
  8. AJURIAGUERRA, J. e MARCELLI, D. Psicopatologia do jogo. In: —. Manual de psicopatologia infantil. Porto Alegre: Artes Médicas; São Paulo: Masson, 1986.p. 169-76.
  9. ALBERTI, Leon Battista. Matemática lúdica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
  10. ALBUQUERQUE, Irene de. Jogos e recreações matemáticas. Rio de Janeiro: Conquista, 1954. : v. 2 – 3 a., 4 a. e 5 a. séries.
  11. ALENCAR, E. S. Como desenvolver o potencial criativo: um guia para a liberação da criatividade em sala de aula. Petrópolis: Vozes, 1990
  12. ALENCAR, E. S. A gerência da criatividade: abrindo janelas para a criatividade pessoal e nas organizações. São Paulo: Markron Books, 1996.
  13. ALMEIDA, M. T. P. Jogos divertidos e brinquedos criativos. Petrópolis: Vozes, 2004.
  14. ALMEIDA, P. N. Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos. São Paulo: Loyola, 1994.
  15. ALMEIDA, Paulo Nunes. A explosão recreativa dos jogos. São Paulo: Editora Estrutura Ltda., 1977.
  16. ALMEIDA, E. Arte lúdica. São Paulo: Edusp, 1997.
  17. ALLUÉ, J. M. O grande livro dos jogos. Belo Horizonte: Leitura, 1998.
  18. ALTMAN, R. Z. Brincando na história. In: DEL PRIORE, M. (org.) História das crianças no Brasil. 4.ed. São Paulo: Contexto, 2004. p. 231-258
  19. ALVES, E. M. S. A ludicidade e o ensino de matemática. Campinas: Papirus, 2001.
  20. ALVES, Lynn. Game over: jogos eletrônicos e violência. São Paulo: Futura, 2005.
  21. ALVES, P. B. e outros. Brinquedo e atividades cotidianas de crianças em situação de rua: um estudo observacional em Porto Alegre. In: SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9, FEIRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 6, 1997, Porto Alegre. Livro de resumos.  Porto Alegre: UFRGS, 1997. P. 345.
  22. AMMANN, R. A terapia do jogo de areia. Sã Paulo: Paulus, 2002.
  23. AMADO, J. S. e HASSE, M. Jogos e brinquedos tradicionais. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian – Instituto de Apoio a Criança, 1992.
  24. ANDRADE, S. G. Teoria e prática de dinâmica de grupo: jogos e exercícios. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1999.
  25. ANDREA, I. e ALVES, L. Brinquedos: criatividade, pedagogia e ambiente. Lisboa: ed. dos autores, 2001.
  26. ANJOS, C.; MOREIRA, J. A. e SOLANO, J. O brinquedo em Portugal. Porto : Civilização, 1997.
  27. ANTUNES, C. Manual de técnicas de dinâmica de grupo, sensibilização e ludopedagogia. Petrópolis: Vozes, [s. data]
  28. ANTUNES, C. Jogos para a estimulação das inteligências múltiplas. Petrópolis: Vozes, 1999.
  29. ANZIEU, A.; PREMMEREUR, C. A. ; DAYMAS, S. El juego en psicoterapia del niño. Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, 2001.
  30. ARAÚJO, V. C. O jogo no contexto da educação psicomotora. São Paulo: Cortez, 1992.
  31. ARIÉS, P. Pequena contribuição à história dos jogos e brincadeiras. In: —. História social da criança e da família. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1981.
  32. ARNOLD, P. (ed.) The complete book of indoor: games. 3. ed. Czechoslovakia: Hamlyn, 1983.
  33. ARON, A. M. e MILICIC, N. Viver com os outros: programa de desenvolvimento de habilidades sociais. Campinas: Editorial Psy, 1994.
  34. ARTS, N. Enciclopedia de los juegos de mesa: una completa colección de todos los juegos de tablero y mesa con explicaciones, normas, trucos y consejos. Barcelona: Ediciones Robinbook, 2000.
  35. ATZINGEN, M. C. V. História do brinquedo: para as crianças conhecerem e os adultos lembrarem. São Paulo: Alegre, 2001.
  36. AUFRAUVRE, M. R. Aprender a brincar, aprender a viver: jogos e brinquedos para a criança deficiente, opção pedagógica e terapêutica. São Paulo: Manole, 1987. [376 A918A=P]
  37. AXLINE, V. M. Ludoterapia: a dinâmica interior da criança. Belo Horizonte: Interlivros, 1980.
  38. AZEVEDO, Antonia Cristina Peluso de. Brinquedoteca no diagnóstico e intervenção em dificuldades escolares. Campinas: Editora Alínea, 2004.
  39. BACHELARD, G. A poética do devaneio. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
  40. BACHELARD, G. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
  41. BALLY, Gustav. El juego como expresion de la libertad. México: Fondo de Cultura Economica, 1986.
  42. BANDET, J. e SARAZANAS, R. A criança e os brinquedos. Lisboa: Editorial Estampa, 1973. (Col. Técnicas de Educação, 3) [688.7   B214c]
  43. BARBOSA, L. Trabalho e dinâmica dos pequenos grupos. 2. Ed. Porto: Afrontamento, 1998.
  44. BARROS, M. L. C. Como fazer brinquedos. Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1979.
  45. BAVA, L. Cuando jugar enferma: um camino de tratamiento terapéutico del jugar compulsivo. Buenos Aires: Ediciones Lumiere, 2004.
  46. BEAUCHAMP, A.   et al. Como animar um grupo. São Paulo: Loyola, 1980.
  47. BENJAMIN, W. Reflexões: a criança, o brinquedo, a educação. 4. ed. São Paulo: Summus, 1984. ou Editora 34/Duas Cidades, 2002.
  48. BERKENBROCK, V. I. Jogos e diversões em grupo: para encontros, festas de família, reuniões, salas de aula e outras ocasiões. Petrópolis: Vozes, 2002.
  49. BETTELHEIM, B. Uma vida para seu filho: pais bons o bastante. Rio de Janeiro: Campus, 1988.
  50. BIEDERMANN, G. (dir.) Tratado de psicoterapia infantil. Barcelona: Espaxs, 1973. V. 1
  51. BOMTEMPO, E. (coord). Psicologia do brinquedo: aspectos teóricos e metodológicos. São Paulo: EDUSP, Nova Stella, 1986. (Coleção Logos)
  52. BOMTEMPO, E. Brinquedoteca: o espaço da criança. Idéias, São Paulo, 7: 68-72, 1990.
  53. BOMTEMPO, E. Brinquedos: critérios de classificação e análise. Cadernos EDM, São Paulo, 2(2), jun. 1990. (FEUSP)
  54. BONAMIGO, E. M. R. e KUDE, V. M. M. Brincar: brincadeira ou coisa séria? Porto Alegre: Educação e Realidade, 1991.
  55. BONAMIGO, E. M. R. e KUDE, V. M. M. Ludoteca: por que não se pensou nisto antes? Revista do Professor, Porto Alegre, :5-9, jul./set.1990.
  56. BONAMIGO E. M. R. e EIZIRIK, M. F. A importância do brincar para a educação: por uma psicologia social da infância. Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, 1990. Relatório de Pesquisa.
  57. BRANDÃO, H. e FROESELER, M. G. O livro dos jogos e das brincadeiras para todas as idades. Belo Horizonte: Leitura, 1997.
  58. BRANDÃO DA LUZ, J. H. A imaginação e a criatividade na teoria piagetiana do desenvolvimento da inteligência. Educação e Realidade. Porto Alegre, 19 (1): 61-70, jan./jun. 1994.
  59. BRANDES, D. e PHILLIPS, H. Manual de jogos educativos: 140 jogos para professores e animadores de grupos. Lisboa: Moraes, s. d.
  60. BRENELLI, R. P. O jogo como espaço para pensar: a construção de noções lógicas e aritméticas. Campinas: Papirus, 1996.
  61. BRIGIDANO, Dorotea Agudo e outros. Juegos de todas las culturas: juegos, danzas, música desde una perspectiva intercultural. Barcelona: Inde, 2002.
  62. BROICH, J. Jogos para crianças: mais de cem brincadeiras com movimento, tensão e ação. São Paulo: Loyola, 1996.
  63. BROTTO, F. O. Jogos cooperativos: se o importante é competir, o fundamental é cooperar. Santos: Projeto Cooperação, 1998.
  64. BROTTO, F. O. Jogos cooperativos: o jogo e o esporte como um exercício de convivência. Santos: Projeto Cooperação, 2001.
  65. BROUGÈRE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez Editora, 1994 (Questões da nossa época, 43)
  66. BROUGÈRE, G. Jogo e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
  67. BROUGÈRE, G. Brinquedos e companhia. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
  68. BROWN, G. Jogos cooperativos: teoria e prática. São Leopoldo: Sinodal, 1994.
  69. BRUNER, J.; JOLLY, A.; SYLVA, K. (ed.) Play: its role in development and evolution. Harmondsworh, Middlesex, England: Peguin Books, 1976.
  70. BUJES, M. I. Criança e brinquedo: feitos um para o outro? In: COSTA, M. V. (org.) Estudos culturais em educação. Porto Alegre : Editora da Universidade/UFRGS, 2000.P. 205-228.
  71. BULFINCH, T. O livro de ouro da mitologia: histórias de deuses e heróis. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.
  72. BUSATTO, Cléo. Contar e encantar: pequenos segredos da narrativa. Petrópolis: Vozes, 2003.
  73. CABRAL, A. Jogos populares portugueses de jovens e adultos. 3. Ed. Lisboa: Editorial Notícias, 1998.
  74. CABRAL, A. O jogo no ensino. Lisboa: Editoria Notícias, 2001.
  75. CADERNOS DA ACTIVIDADE LÚDICA. Cultura lúdica, tradição e modernidade. Lisboa: Instituto de Apoio à Criança, n.1, jan. 1998.
  76. CADERNOS DA ACTIVIDADE LÚDICA. Contextos lúdicos e crianças com necessidades especiais. Lisboa: Instituto de Apoio à Criança, n.2, jun. 1999.
  77. CAILLOIS, Roger. O mito e o homem. Lisboa: Edições 70, [s.d.] (Perspectivas do homem) (ed. orig. 1937)
  78. CAILLOIS, Roger. O homem e o sagrado. Lisboa: Edições 70, [s.d.] (Perspectivas do homem) (ed. orig. 1950)
  79. CAILLOIS, Roger. Os jogos e os homens. Lisboa: Cotovia, 1990. (Ensaios) (ed. orig. 1958, ed. ver. e aum. 1967)
  80. CAILLOIS, Roger. Acercamientos a lo imaginário. Santafé de Bogotá: Fondo de Cultura Econômica, 1997. © 1974
  81. CÂMARA CASCUDO, Luís da. Dicionário do folclore brasileiro. 9. Ed. São Paulo: Ediouro, s.d.
  82. CAMARGO, L. O. L. Educação para o lazer. São Paulo: Moderna, 1998.
  83. CAMPAGNE, F. Le jouet, l’enfant, l’éducateur: rôles de l’objet dans le dévelopment de l’enfant et le travail pédagogique. Paris: Privat, 1989.
  84. CAMPOS, M. C. R. O possível e o necessário como eixo da construção do real vistos na situação de um jogo. Psicopedagogia, São Paulo, 12 ( 26 ): 16-20, set. 1993.
  85. CARNEIRO, M. A. B. O jogo e suas diferentes concepções. Psicopedagogia, São Paulo, 14(33), 1995.
  86. CARSE, James P. Jogos finitos e infinitos: a vida como jogo e possibilidade. Rio de Janeiro: Nova Era, 2003.
  87. CARVALHO, A. M. e outros (org.) Brincadeira e cultura: viajando pelo Brasil que brinca. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. v. 1 O Brasil que brinca; v. 2 Brincadeiras de todos os tempos.
  88. CARVALHO, Alysson e outros (organizadores). Brincar(es). Belo Horizonte: Editora UFMG, Pró-Reitoria de Extensão UFMG, 2005.
  89. CARVALHO, M. I. C. e RUBIANO, M. B. Organização do espaço em Instituições pré-escolares. In: MORAES, Z. (org.) Educação infantil: muitos olhares. São Paulo: Cortez, 1994.
  90. CAVALLARI, V. R. e ZACHARIAS, V. Trabalhando com recreação. 3. Ed. São Paulo: Ícone, 1998.
  91. CÉLIA, R. Brincar, descobrir, aprender, criar. In: SUKIENNIK, P. B. (org.) O aluno problema: transtornos mentais de crianças e adolescentes. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1996.
  92. CHADWICK, M. e TARKY, I. Juegos de razonamiento lógico. Santiago do Chile: Editorial Andrés Bello, 1990
  93. CHATEAU, J. O jogo e a criança. São Paulo: Summus, 1987.
  94. CHRISTOPHER, Catherine. The complete book of doll making and collecting. 2. ed. Rev. New York, Dover Publications Inc., 1971.
  95. CLAVER, B. Escrever com prazer: oficina de produção de textos. Belo Horizonte: Dimensão, 1999.
  96. COELHO, B. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 2003.
  97. COHEN, D. e MACKEITH, S. A. El desarollo de la imaginación: los mundos privados de la infancia. Barcelona: Paidós, 1993.
  98. COME giocavamo: giochi e giocattoli 1750/1960. Milano: Alinari, 1984.
  99. CONDEMARÍN, M. e MILICIC, N. Cada dia um jogo. Campinas: Editorial Psy, 1993.
  100. CONTI, L. O brinquedo em casa e na escola: a bi-direcionalidade da transmissão cultural. Porto Alegre: Curso de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento - Instituto de Psicologia - UFRGS, 1996. Dissertação de Mestrado.
  101. CORNELL, J. Brincar e aprender com a natureza: guia de atividades para pais e monitores. São Paulo: Melhoramentos; SENAC, 1996.
  102. COSTA, I. A. e BAGANHA, F. O fantoche que ajuda a crescer. Rio Tinto/Portugal: Edições Asa, 1989. (Colecção Práticas Pedagógicas)
  103. COSTA, A. e SILVA, R. P. (coord.) Ludicidade: o resgate da cidadania através do lúdico. São Paulo: Nestlé, UNESCO, 2001.
  104. CSIKSZENTMIHALYI, M. Fluir (flow): uma psicología de lá felicidad. Barcelona: Editorial Kairós, 1997.
  105. CURTISS, S. A alegria do movimento na pré-escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1988.
  106. CUNHA, N, H. S. Brinquedo, desafio e descoberta: subsídios para utilização e confecção de brinquedos. Rio de Janeiro: FAE, 1994.
  107. CUNHA, N. H. S. Brinquedoteca: um mergulho no brincar. 3. Ed. São Paulo: Vetor, 2001.
  108. DARBYSHIRE, L. (ed.) The collector’s encyclopedia of toy’s and dolls. London: Grange Books, 1990.
  109. DAUDT, P.; SPERB, T. M.; GOMES, W. B. As concepções das crianças sobre o brincar. Psicologia: reflexão e crítica, Porto Alegre, 5(2):91-98, 1992.
  110. DE MASI, D. (org.) A emoção e a regra: os grupos criativos na Europa de 1850 a 1950. Rio de Janeiro: José Olympio, 1999.
  111. DE MASI, D. O ócio criativo. Rio de Janeiro: Sextante, 2000.
  112. DE MASI, D. Criatividade e grupos criativos. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
  113. DEACOVE, J. Manual de jogos cooperativos: joguem uns com os outros e não um contra os outros. Santos: Projeto Cooperação, 2002.
  114. DESCOMPS, D. Jouets de toujours: far lo boissonièr. Aurillac (France) : Ostal del libre, 1997.
  115. DINELLO, Raimundo. El juego : ludotecas. 4. ed. Montevidéu, 2003.
  116. DINELLO, Raimundo. Os jogos e as ludotecas. Santa Maria : OMEP/BR/RS/SM ; Pallotti, 2004. (Cadernos Temáticos, 3)
  117. DOHME, V. D. 32 idéias divertidas que auxiliam o aprendizado para o ensino fundamental. São Paulo: Informal, 1998.
  118. DOHME, V. D. Técnicas de contar histórias. São Paulo: Editora Informal, 2001.
  119. DOHME, V. D. Atividades lúdicas na educação: o caminho de tijolos amarelos do aprendizado. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2002. (diss. Mestrado)
  120. DOHME, V. D. e DOHME, W. Ensinando a criança a amar a natureza. São Paulo: Editora Informal, 2002.
  121. DORION-COUPAL, K. Uma brinquedoteca para você. Montréal: CIDE-OMEP, 1996. (v. 1 - Para poder brincar: a comunidade; v.2 - É hora de brincar!; v. 3 - Brincar sem gastar muito.)
  122. DUFLO, C. O jogo de Pascal a Schiller. Porto Alegre: Artmed, 1999.
  123. DUVIGNAUD, Jean. El juego del juego. 2. ed. Santafé de Bogotá: Fondo de Cultura Econômica, 1997. © 1980
  124. DURAND, Gilbert. O imaginário: ensaio acerca das ciências e da filosofia da imagem. 3. ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2004.
  125. EATON, F. O grande livro das casas de bonecas. Barcelos: Civilização, 1995.
  126. ECO, Umberto. Huizinga e o jogo. In: ECO, Umberto . Sobre os espelhos e outros ensaios. São Paulo: Nova Fronteira, 1989. p. 269-285 [ed. Orig. 1985]
  127. EFRON, A. M. e outros. A hora do jogo diagnóstica. In: OCAMPO, M. L. S. e outros. O processo psicodiagnóstico e as técnicas projetivas. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
  128. ELKIND, D. Corrompendo o modo de brincar das crianças. Pátio, Porto Alegre, v. 8, n. 31, ago./out. 2004.
  129. ELKONIN, Daniil. Psicologia do jogo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
  130. ERIKSON, E. Brinquedo e razões. In: —. Infância e sociedade. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.
  131. ESPADA, José Pedro. Técnicas de grupo: recursos práticos para a educação. Petrópolis: Vozes, 2005.
  132. FAURE, G. e LASCAR, S. O jogo dramático na escola primária. Lisboa: Editorial Estampa, 1982. (Temas Pedagógicos)
  133. FEDRIZZI, B. Paisagismo no pátio escolar. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1999.
  134. FEIX, Eneida. Lazer e cidade na Porto Alegre do início do século XX: a institucionalização da recreação pública. Porto Alegre, UFRGS, 2003. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento, Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003.
  135. FERLAND, Francine. O modelo lúdico: o brincar, a criança com deficiência física e a terapia ocupacional. 3. ed. São Paulo: Roca, 2006.
  136. FERNANDES, F. O folclore em questão. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2003. (1 . edição 1977)
  137. FERNANDEZ, A. A hora do jogo psicopedagógico: espaço para jogar, espaço para aprender. In:—. A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990. p. 165-77.
  138. FERNANDEZ, A. Psicopedagogia em psicodrama: morando no brincar. Petrópolis: Vozes, 2001.
  139. FERRAN, P. e outros. Na escola do jogo. Lisboa: Editorial Estampa, 1979. (Colecção Técnicas de Educação)
  140. FINK, Eugen. Le jeu comme symbole du monde. Paris : Éditions de Minuit, 1966.
  141. FIORINI, Héctor Juan. El psiquismo creador. Buenos Aires: Paidós, 1995.
  142. FORTUNA, T. R. Psicomotricidade: destaque para o papel fundamental dos jogos. Revista do Professor. Porto Alegre, v. 10, n. 39, p. 5-10, jul./set. 1994.
  143. . FORTUNA, T. R.Vamos nos conhecer? Procedimentos favorecem a integração dos componentes de um grupo. Revista do Professor, Porto Alegre, v. 14, n. 53, p. 45-46, jan./mar.1998.
  144. FORTUNA, T. R. Conhecendo o grupo: jogos ajudam a estabelecer a interação na sala de aula. Revista do Professor. Porto Alegre, v. 15, n. 57, p. 46-48, jan. / mar. 1999.
  145. FORTUNA, T. R.. Sala de aula é lugar de brincar?In: XAVIER, M.L.F. e DALLA ZEN, M.I.H. Planejamento em destaque: análises menos convencionais. Porto Alegre: Mediação, 2000 (Cadernos de Educação Básica, 6) P.147-164.
  146. FORTUNA, T. R.. O jogo e a educação: uma experiência na formação do educador. IN: SANTOS, S. M. P. (org.) Brinquedoteca: a criança, o adulto e o lúdico. Petrópolis: Vozes, 2000. P. 73-85.
  147. FORTUNA, T. R. Vida e morte do brincar. In: ÁVILA, I. S. (org.) Escola e sala de aula: mitos e ritos. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. p. 47-59. [publicado anteriormente como FORTUNA, T. R. Vida e morte do brincar. Espaço pedagógico. Passo Fundo, 8 (2): 63-71, dez. 2001. e também como FORTUNA, T. R. Vida e morte do brincar.In: SEMINÁRIO NACIONAL DE ARTE E EDUCAÇÃO, 15., 2001, Montenegro. Anais...Montenegro: FUNDARTE, 2001. p. 38-46.]
  148. FORTUNA, T. R. Formando professores na universidade para brincar. In: SANTOS, S. M. P. (org.) A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 2001. p. 115-119
  149. FORTUNA, T. R. Ensinando a montar – e manter – brinquedotecas: a experiência em assessoria universitária à criação de espaços lúdicos. Resumos da 9 a. Conferência Internacional de Ludotecas: Brincar é crescer. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto de Apoio à Criança, 14 a 17 de maio de 2002. p. 115.
  150. FORTUNA, T. R. Papel do brincar: aspectos relevantes a considerar no trabalho lúdico. Revista do Professor, Porto Alegre, n. 18, v. 71, p. 9-14, jul./set. 2002.
  151. FORTUNA, T. R. Who wants to play in the university? XV Conferência Mundial da IPA (International Association for Child’s right to play): A cultura e o brincar nos espaços urbanos. São Paulo: IPA/Brasil, 04 a 08 de novembro de 2002. p. 46-47
  152. FORTUNA, T. R. Jogo em aula: recurso permite repensar as relações de ensino-aprendizagem. Revista do Professor, Porto Alegre, v. 19, n. 75, p. 15-19, jul./set. 2003.
  153. FORTUNA, T. R. O brincar na educação infantil. Pátio Educação Infantil, Porto Alegre, v.1, n. 3, p.6-9, dez. 2003/mar. 2004.
  154. FORTUNA, T. R. Brincar, viver e aprender: educação e ludicidade no hospital. Ciências e Letras: Revista da Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras. Porto Alegre, n. 35, p. 185-201, jan./jun. 2004.
  155. FORTUNA, T. R. A reinvenção da infância. Pátio Educação Infantil, Porto Alegre, v.2, n. 6, p.18-21, dez. 2004/mar. 2005.
  156. FORTUNA, T. R. Apresentação. In: ANTUNES, H. S. (org.) Trajetória docente: o encontro da teoria com a prática. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino, 2005. p. 11-16.
  157. FORTUNA, T. R. e BITTENCOURT, A. D. S. Jogo e educação: o que pensam os educadores. In: ANTUNES, H. S. (org.) Trajetória docente: o encontro da teoria com a prática. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação, Departamento de Metodologia do Ensino, 2005. p. 95-105. [também publicado como FORTUNA, T. R. e BITTENCOURT, A. D. S. Jogo e educação: o que pensam os educadores? Revista Psicopedagogia, v. 20, n. 63, p. 234-242, 2003.]
  158. FORTUNA, T. R. e VIEIRA, L. A. Quem quer brincar na universidade? In: MOLL, J. (org.) Múltiplos alfabetismos: diálogos com a escola pública na formação de professores. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005. p. 81-91.
  159. FORTUNA, T. R. Ensinando a montar - e manter – brinquedotecas: a experiência de assessoria universitária na criação de espaços lúdicos. In: MOLL, J. (org.) Múltiplos alfabetismos: diálogos com a escola pública na formação de professores. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005. p. 93-106.
  160. FORTUNA, T. R. A formação lúdica do educador. In: MOLL, J. (org.) Múltiplos alfabetismos: diálogos com a escola pública na formação de professores. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2005. p. 107-121.
  161. FORTUNA, T. R. O papel educativo das armas de brinquedo. Pátio Educação Infantil. Porto Alegre, IV, n. 11, p. 12-14, jul./out. 2006.
  162. FORTUNA, Tânia Ramos. Escola é lugar de LAN house? ABC Educatio: a revista da educação. São Paulo, ano 8, n. 63, fev. 2007, p. 25.
  163. FOURNIER, Edouard. Histoire dês jouets et jeux. Paris : E. Dentu Editeur, 1989.
  164. FRANCIA, A. e MARTÍNEZ, O. Jogos e dinâmicas. Apelação (Portugal): Paulus, 2000. (Colecção Educar para valores, 2)
  165. FREIRE, J. B. O jogo: entre o riso e o choro. São Paulo: Editora Autores Associados, 2002.
  166. FREUD, A. Psicanálise de crianças. Rio de Janeiro: Imago, 1971.
  167. FREUD, Anna. Infância normal e patológica: determinantes do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Imago, 1987.
  168. FREUD, S. Escritores criativos e devaneios. Rio de Janeiro: Imago, 1976. (Col. Standard Obras Completas de Sigmund Freud, v. 9) p.147-158.
  169. FREUD, S. Além do princípio do prazer. Rio de Janeiro: Imago, 1976. (Col. Standard Obras Completas de Sigmund Freud, v. 18 ) p. 23-9.
  170. FREUD, Sigmund. O estranho. (1919) In: —. Uma neurose infantil e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1976. ( Col. Standard Obras Completas de Sigmund Freud, v. 17) p. 275-318.
  171. FREUD, S. O humor (1927). In: —. O futuro de uma ilusão, o mal estar na civilização e outros trabalhos. Rio de Janeiro: Imago, 1974. (Col. Standard Obras Completas de Sigmund Freud, v. 21). P. 187-194.
  172. FRIEDMANN, A. Dinâmicas criativas: um caminho para a transformação de grupos. Petrópolis: Vozes, 2004.
  173. FRIEDMANN, A. A arte de brincar. Petrópolis: Vozes, 2003.
  174. FRIEDMANN, A. (org.) O direito de brincar. São Paulo: Scritta, 1992.
  175. FRIEDMANN, A. Brincar, crescer e aprender: o resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, 1996.
  176. FRITZEN, S. J. Jogos dirigidos para grupos, recreação e aulas de educação física. Petrópolis: Vozes, 1981.
  177. FRITZEN, S. J. Exercícios práticos de dinâmica de grupo. Petrópolis: Vozes, 1981. v. 1 e 2
  178. GALLINO, Tilde Giani. O mundo imaginário das crianças: no princípio era o ursinho. Porto: Civilização, 1996.
  179. GALLINO, Tilde Giani. Il bambino e i suoi doppi: l’ombra e i compagni immaginari nello sviluppo del Sé. Torino: Bollati Boringhieri, 1993.
  180. GARFELLA, P. R. e MARTIN, R. L. El juego como recurso educativo: guía antológica. Valencia: Tirant lo Blanch, 1999.
  181. GILLIG, Jean-Marie. El cuento en pedagogía y en reeducación. México: Fondo de Cultura Económica, 2001.
  182. GIORGI, M. e SOMALVICO, H. Bambole: conoscerle e collezionarle (i marchi e le valutazioni). Rimini: Idea Libri, 1999.
  183. GODOY, L. Os jogos olímpicos na Grécia Antiga. São Paulo: Editora Nova Alexandria, 1996.
  184. GOLBERT, C. S. Jogos Athurma 2: matemática nas séries inicias - o sistema decimal de numeração. Porto Alegre: Mediação, 2000.
  185. GOTTFRIED, A. e BROWN, C. C. Play interactions: the contribution of play materials and parental involvement to children’s development. Massachusetts: Lexington Books, 1986. (Proccedings of the eleventh Johnson & Johnson Pediatric Round Table)
  186. GRANATO, M. A. G.; ROTELLI, M. R. T.; BATISTA, E. L.El juego en el proceso de aprendizaje: capacitación y perfeccionamiento docente. Buenos Aires: Editorial Stella; Ediciones La Crujía, 2004.
  187. GREENFIELD, P. M. O desenvolvimento do raciocínio na era da informática: os efeitos da tv, computadores e videogames. São Paulo: Summus, 1988.
  188. GRÜSNPUM, H. Distúrbios da sociabilidade: o jogo. In: —. Distúrbios neuróticos da criança. 4. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 1985.p. 296- 8.
  189. GRÜSNPUM, H. Psicoterapia lúdica de grupos com crianças. São Paulo: Atheneu, 1997.
  190. GUERRA, M. Recreação e lazer. 5. ed. Porto Alegre: Sagra DC Luzzatto, 1996.
  191. GUILLARMÉ, J. J. Educação e reeducação psicomotoras . Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
  192. GUILLEN, E. Manual de jogos. São Paulo: Flamboyant, 1962.
  193. GUTTFREIND, Celso. O terapeuta e o lobo: a utilização do conto na psicoterapia da criança. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
  194. HARTMANN, H. O livro das bonecas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
  195. HARRIS, Paul. El funcionamiento de la imaginación.Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2005.
  196. HARROP, Jane. Toys and games: dolls house do-it-yourself. Devon , UK : David and Charles Book, 2003.
  197. HENRIOT, Jacques. Le jeu. Paris: Presses Universitaires de France, 1969.
  198. HENRIQUES, A. C. Jogar e compreender: propostas de material pedagógico. Lisboa: Instituto Piaget, s.d.
  199. HEYWOOD, C. Uma história da infância. Porto Alegre: Artmed, 2004.
  200. HIGUCHI, K. K. RPG: o resgate da história e do narrador. In: CITELLI, A.(coord.) Outras linguagens na escola: publicidade, cinema e TV, rádio, jogos, informática. São Paulo: Cortez, 2000. (Col. Aprender e Ensinar com textos, v. 6) p. 175-211.
  201. HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1993.
  202. HOLZMANN, M. E. Jogar é preciso: jogos espontâneo-criativos para famílias e grupos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
  203. HOMO LUDENS. Buenos Aires: Instituto para la Investigación del Juego y la Pedagogia del Juego – Sede Sudamérica; Embajada de Austria en Argentina, v. 1, 1996. Tema do fascículo: El hombre que juega.
  204. HORN, C. I.; HARRES, J. S.; POTHIN, J. (org.) Atividades lúdicas para crianças na faixa etária de 0 a 10 anos: uma proposta com materiais de baixo custo. Lajeado: UNIVATES, 2003.
  205. HUBER, J. Ocupaciones infantiles. Buenos Aires: Editorial Kapeluz, 1963.
  206. INHELDER, B. et al. Das estruturas cognitivas aos procedimentos de descoberta. In: LEITE, L. B. (org.) Piaget e a Escola de Genebra. São Paulo: Cortez, 1987. p. 75-91.
  207. IPA – INTERNATIONAL ASSOCIATION FOR THE CHILD’S RIGHT TO PLAY. El juego: necesidad, art y derecho: compilación de artículos sobre juego. Buenos Aires: Editorial Bonum, 1996.
  208. ISAACS, Susan. A natureza e a função da fantasia. In: KLEIN, Melanie e outros. Os progressos da psicanálise. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986. p. 79-135.
  209. JACQUIN, G. A educação pelo jogo. São Paulo: Flamboyant, 1960.
  210. JALOWITZKI, M. Manual comentado de jogos e técnicas vivenciais. Porto Alegre: Sulina, 1998
  211. JOGOS e brincadeiras para fazer e brincar. São Paulo: Textonovo, Centro de cultura Asiática da UNESCO, 1999.
  212. JONES, G. Brincando de matar monstros: porque as crianças precisam de fantasia, videogames e violência de faz-de-conta. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2004.
  213. COLLOQUE INTERNATIONAL SUR LE JOUET. JOUETS ET OBJETS LUDIQUES. Le champs de la reserche. 1997, Angoulême. Actes… Angoulême: Université Paris-Nord, Centre Universitaire de la Charente, 1997.
  214. KAMII, C. e DEVRIES, R. Jogos em grupo na educação infantil: implicações da teoria de Piaget. São Paulo: Trajetória Cultural, 1991.
  215. KISHIMOTO, T. Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criança, a Educação. Petrópolis: Vozes, 1993.
  216. KISHIMOTO, T. O jogo e a Educação Infantil. São Paulo: Pioneira, 1994.
  217. KISHIMOTO, T. Jogo, Brinquedo, Brincadeira e Educação. São Paulo: Cortez, 1994.
  218. KISHIMOTO, T. (org.) O brincar e suas teorias. São Paulo Pioneira, 1998.
  219. KLEIN, M. Psicanálise da criança. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
  220. KLEIN, M.A psicanálise de hoje: aproximação moderna aos problemas humanos. Rio de Janeiro: Imago, 1970.
  221. KLEIN, M. Personificação do brincar das crianças (1929). In: KLEIN, M. Amor, culpa e reparação e outros trabalhos - 1921-1945. Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Obras completas de Melanie Klein, v. 1) p. 228-239.
  222. KLEIN, M. A técnica psicanalítica através do brincar: sua história e significado. In: —. Inveja e gratidão e outros trabalhos (1946-1963). Rio de Janeiro: Imago, 1991. P. 149-168. (Obras Completas de Melanie Klein, v. 3)
  223. KNAPE, P. Mais do que um jogo: teoria e prática do jogo em psicoterapia. São Paulo : Agora, 1998.
  224. LAFARGUE, P. O direito à preguiça. São Paulo: Claridade, 2003.
  225. LARA, Isabel Cristina Machado de. Jogando com a matemática. Catanduva - SP: Editora Rêspel, 2005.
  226. LEBOVICI, S. e DIATKINE, R. Significado e função do brinquedo na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
  227. LEBOVICI, S. e SOULÉ, M. El conocimiento del niño a través del psicoanálisis. México: Fondo de Cultura Economica, 1986.
  228. LEEMING, J. N Como contruyo yo mismo mis juguetes: 101 juguetes ingeniosos que los niños puedem construirse. Barcelona : José Montesó Editor, 1947.
  229. LEGENDRE, A. Effects of spatial arrangement on child/child and child/ caregivers interactions: na ecological expriment in day care center. Anais da 16. Reunião Anual de Psicologia da Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto, 1986, pp. 131-142.
  230. LEGENDRE, A. Appropriation par les enfants de l’environnement architectural: ses modalités et ses effets sur les activités dans les grandes sections de crèches. Enfance, 3,: 389-395, 1983.
  231. LEGENDRE, A. Transfformation de l’espace d’activités et echanges. Psychologie française, 32 (1/2): 31-43, juin 1987.
  232. LEIF, J. e BRUNELLE, L. O jogo pelo jogo: a atividade lúdica na educação de crianças e adolescentes. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
  233. LEMOS, G. S. e RAVANELLO, J.C. Educação física escolar: do lúdico ao agonístico. Revista do professor, Porto Alegre, 9(35):24-8, jul./set.1993.
  234. LEONTIEV, A. Os princípios psicológicos da brincadeira pré-escolar. In: VYGOTSKY, L. S. e outros. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 1988. p. 119-42.
  235. LIMA, E. C. A. S. O jogo e a criança. In: IDÉIAS. A pré-escola e a criança hoje. São Paulo: FDE -Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 1988. N.2, 1988.
  236. LIMA, E. C. A. S. A atividade da criança na idade pré-escolar. In: IDÉIAS. O jogo e a construção do conhecimento na pré-escola. São Paulo: Fundação para o Desenvolvimento da Educação - FDE, 1990.
  237. LINDQUIST, I. A criança no hospital: terapia pelo brinquedo. São Paulo: Scritta, 1993.
  238. LOPES, M. G. Jogos na Educação: criar, fazer, jogar. 2. Ed. rev. São Paulo: Cortez, 1999.
  239. LOPES, N. Brinquedos infantis: características etárias orientam escolha. Revista do professor, Porto Alegre, 9(35):5-9, jul./set.1993.
  240. LOPES, N. Brinquedos e jogos: bases para uma escolha adequada à faixa etária de 0 a 6 anos. Revista do professor, Porto Alegre: 9(34):7-12, abr./jun.1993.
  241. LORENIZINI, M. Brincando a brincadeira com a criança deficiente: novos rumos terapêuticos. Barueri: Manole, 2002.
  242. MAC GREGOR, C. 150 jogos não-competitivos para crianças: todo mundo ganha. São Paulo: Madras, s.d.
  243. MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2005.
  244. MACEDO, L. Para uma psicopedagogia construtivista. In: ALENCAR, E. M. S. (org.)Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez, 1992. p. 119-140.
  245. MACEDO, L. e outros. Quatro cores,   senha e dominó: oficinas de jogos em uma perspectiva construtivista e psicopedagógica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
  246. MACEDO, L. Para um discurso das regras na escola ou na psicopedagogia: uma análise construtivista. Cadernos de Pesquisa,   São Paulo, (87): 13-9, nov.1993.
  247. MACEDO, L. e outros. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
  248. MACHADO, M. M. O brinquedo-sucata e a criança. São Paulo: Loyola, 1994.
  249. MACHADO, M. M. A poética do brincar. São Paulo: Loyola, 1998.
  250. MACRUZ, F. M. S. e outros. Jogos de cintura. 4. Ed. Petrópolis: Vozes, 2000.
  251. MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Brincadeiras para sala de aula. Petrópolis: Vozes, 2004.
  252. MALUF, A. M. Brincar : prazer e aprendizado. Petrópolis: Vozes, 2003.
  253. MANSON, M. História do brinquedo e dos jogos: brincar através dos tempos. Lisboa: Editorial Teorema, 2002.
  254. MARCELLINO, N. C. (org.)   Lúdico, educação e educação física. Ijuí: Editora Unijuí, 1999.
  255. MARCELLINO, N. C. Pedagogia da animação. 4. ed. Campinas: Papirus, 2002. (1. ed. 1989)
  256. MARCELLINO, N. C. (org.) Repertório de atividades de recreação e lazer. Campinas: Papirus, 2002. (Coleção Fazer Lazer)
  257. MASETTI, M. Soluções de palhaços: transformações na realidade hospitalar. São Paulo: Palas Athena, 1998.
  258. MARIOTTI, F. R. O jogo e os jogos. Porto Alegre: Alves Editores, [s.d.]
  259. MATURANA, H. e VERDEN-ZÖLLER, G. Amor y juego: fundamentos olvidados de lo humano. Santiago do Chile: Instituto de Terapia Cognitiva, 1993.
  260. MEDRANO, Carlos Alberto. Do silêncio ao brincar: história do presente, da saúde pública, da psicanálise e da infância. São Paulo: Vetor Editora, 2004.
  261. MEIRA, Ana Marta. A cultura do brincar: a infância contemporânea, o brincar e a cultura no espaço da cidade. Porto Alegre: UFRGS, 2004. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional, Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2004.
  262. MELLO, C. O A interação social na brincadeira de faz-de-conta: uma análise da dimensão metacomunicativa. Porto Alegre: UFRGS, 1994. Dissertação (Mestrado) -   Curso de Pós-Graduação em Psicologia do Desenvolvimento, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1994.
  263. MELLO, Vitor Andrade e ALVES JÚNIOR, Edmundo Drummond. Introdução ao lazer. Barueri: Manole, 2003.
  264. MENDES, Cláudio Lúcio. Jogos eletrônicos: diversão, poder e subjetivação. Campinas: Papirus, 2006 (Coleção Fazer/Lazer).
  265. MERKH, D. 101 idéias criativas. Campinas: JUMOC, 1995.
  266. MICHELET, A. Los útiles de la infancia. Barcelona: Herder, 1977.
  267. MILITÃO, R. e A. Jogos, dinâmicas e vivências grupais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.
  268. MIRANDA, D. S. (org.) O parque e a arquitetura: uma proposta lúdica. Campinas: Papirus, 1996.
  269. MIRANDA, H. T.; MENEZES, L. C. (org.) Almanaque de criação pedagógica: a aventura da explicação. Petrópolis: Vozes, 2002.
  270. MIRANDA, N. 210 jogos infantis. Belo Horizonte: Itatiaia, 1992.
  271. MIRANDA, S. 101 atividades recreativas para grupos em viagens de turismo. Campinas: Papirus, 2001.
  272. MIRANDA, S. Escrever é divertido: atividades lúdicas de criação literária. Campinas: Papirus, 1999.
  273. MORENO, Inês. El juego y los juegos. Buenos Aires: Lúmen, 2005.
  274. MORENO, Inês. Todos teremos tiempo: nueva práctica del tiempo libre en el siglo XXI. Buenos Aires: Lúmen, 2005.
  275. MOYLES, Janet e col. A excelência do brincar. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  276. MOYLES, J. Só brincar? O papel do brincar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2002.
  277. MUNARI, B. Fantasia: invenção, criatividade e imaginação na comunicação visual. 2. ed. Lisboa: Perspectiva, 1987. (Col. Dimensões, 9)
  278. MUSARRA, A. Fabricacion de articulos de cotillon, chascos y fiestas infantiles. Buenos Aires: Editorial Hobby, 1949.
  279. MUSARRA, A. Fabricacion de juguetes de madera. Buenos Aires: Editorial Hobby, 1947.
  280. NEGRINE, A. Aprendizagem e desenvolvimento infantil: simbolismo e jogo. Porto Alegre: Prodil, 1994. v. 1
  281. NEW DIRECTIONS FOR CHILD PLAY. Children’s play. Massachusetts: Jossey-Bass Inc., Publishers, n.9, 1980.
  282. NUNES, Ângela. No tempo e no espaço: brincadeiras de crianças A’uwê-Xavante. In: SILVA, Aracy Lopes; MACEDO, Ana Vera Lopes da Silva; NUNES, Ângela (org.) Crianças indígenas: ensaios antropológicos. São Paulo: Global, 2002.
  283. OFELE, M. R. Miradas lúdicas. Buenos Aires: Editorial Dunken, 2004.
  284. OLIVEIRA, P. S. O que é brinquedo? São Paulo: Brasiliense, 1984
  285. OLIVEIRA, P. S. (org.) O lúdico na cultura solidária. São Paulo: HUCITEC, 2001. (Coleção Paidéia, 6)
  286. OLIVEIRA, Vera Barros de. O símbolo e o brinquedo. Petrópolis: Vozes, 1994.
  287. OLIVEIRA, Vera Barros de. A brincadeira e o desenho da criança de 0 a 6 anos: uma avaliação psicopedagógica. In: — e BOSSA, Nádia A. ( org. ) Avaliação psicopedagógica da criança de zero a seis anos. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1994. p. 21-56.
  288. OLIVEIRA, Vera Barros de. (org.) O brincar e a criança do nascimento aos seis anos. Petrópolis: Vozes, 2000.
  289. OLIVEIRA, Vera Barros de. Jogos de regras e solução de problemas. Petrópolis: Vozes, 2004.
  290. OLIVEIRA, Vera Barros de. Rituais e brincadeiras. Petrópolis: Vozes, 2006.
  291. OLIVEIRA-FORMOSINHO, J. e KISHIMOTO, T. M. (org.) Formação em contexto: uma estratégia de integração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2002.
  292. OSHO. Criatividade: liberando sua força interior. São Paulo: Cultrix, 1999.
  293. ORTEGA, A. C. O raciocínio da criança no jogo de regras: avaliação e intervenção psicopedagógica. Psicopedagogia , São Paulo: 12 (27): 27-30, dez. 1993.
  294. OUTEIRAL, J. O . A criança normal e o brinquedo: um estudo de Psicologia Evolutiva. In: —. (org.) Clínica Psicanalítica de Crianças e Adolescentes: desenvolvimento, psicopatologia e tratamento. Rio de Janeiro: Revinter, 1998. P. 24-39.
  295. OVÍDIO. As metamorfoses. Rio de Janeiro: Ediouro, 1983 (trad. David Jardim Júnior)
  296. PADILLA, R.; SLAVUTSKY, A.; BURD, P. Jogo: uma paixão. Porto Alegre: Solivros, 1995.
  297. PAÍN, S. Diagnóstico do problema de aprendizagem: hora do jogo. In: —. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1985.
  298. PAIS, N.; SANTOS, L.; VIEGAS, F. (ed.) Contexto lúdicos e crianças com necessidades especiais. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian – Instituto de Apoio à Criança, 1999. (Cadernos da Atividade Lúdica, 2)
  299. PASSOS, A. Bonecos de Santo Aleixo: as marionetas em Portugal nos séculos XVI a XVIII e a sua influência nos títeres alentejanos. CENDREV-Centro Dramático de Évora: Évora, [1999]
  300. PETOT, J. M. A descoberta da técnica do brincar e suas conseqüências. In: —. Melanie Klein I. São Paulo: Perspectiva, 1991. P. 79-132.
  301. PHILLIPS, F. J. Play. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
  302. PIAGET, J. A formação do símbolo: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. 3. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
  303. PIAGET, J. O juízo moral na criança. 2. ed. São Paulo: Summus, 1994. (ed. orig. 1932)
  304. PIAGET, J. e INHELDER, B. A função semiótica ou simbólica. In: —. A psicologia da criança. Lisboa: Moraes, 1979.
  305. PIMENTEL, F. e RABELO, V. 268 jogos infantis. Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Villa Rica, 1991.
  306. PISANO, J. C. Manual de juegos para jovenes y no tan jovenes. Buenos Aires: Bonum, 1990.
  307. POÇAS, I. M. Jogos estimulam a aprendizagem. Revista do professor, Porto Alegre, 8 (29): 23, jan./mar. 1992.
  308. POÇAS, I. M. Brincando se aprende: o fascínio dos jogos. Revista do professor, Porto Alegre, 9(33):19, jan./mar. 1993.
  309. PORTO, C. L. Brinquedo e brincadeira na brinquedoteca. In: KRAMER, S. e LEITE, M. I. (org.) Infância e produção cultural. Campinas: Papirus, 1998. P. 171-198.
  310. PORTO, M. B. e BORGES, J. D. Brincando com o tempo: um resgate divertido. Porto Alegre: Movimento Tradicionalista Gaúcho, 2003.
  311. PUIG, M. J. e TRILLA, J. A pedagogia do ócio. 2. edição. Porto Alegre: Artmed, 2004.
  312. RAMIREZ, J. L. R.; MARTINEZ, J. M. (coord.) Diversas miradas sobre el juego. México: Editorial Tierra Firme, 2000.
  313. RAMOS, J. R. S. Dinâmicas, brincadeiras e jogos educativos. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
  314. RAMOS, T. El joc. Revista Infància: Revista de La Associación de Maestros Rosa Sensat, Barcelona, 127: 6-14, jul./ago. 2002
  315. RAMOS, T. El juego. Revista Infància: Revista de La Associación de Maestros Rosa Sensat, Barcelona, 77: 4-10, enero/feb. 2003.
  316. RECASENS, M. Como jogar com a linguagem. Lisboa: Plátano, s. d.
  317. REDIN, E. O espaço e o tempo da criança: se der tempo a gente brinca! Porto Alegre: Mediação, 1998. (Cadernos de Educação Infantil, v. 6)
  318. RETSCHITZKI, J. et al. Étude cognitive et genétique des styles de jeu et des stratégies des jouers d’awélé. Archives de Psychologie, Genéve, (54): 307-340, 1986.
  319. RIBEIRO, M. M. Saber brincar. Belo Horizonte: Dimensão, 1997.
  320. RICE, Chris e Melanie. As crianças na história: modos de vida em diferentes épocas e lugares. 2. Ed. São Paulo: Ática, 1999.
  321. RIGOL, P. N. El ocio y las edades: estilo de vida y oferta lúdica. Barcelona: Hacer, 1993.
  322. RIZZO, G. Jogos inteligentes: a construção do raciocínio na escola natural. Rio de Janeiro: Bertrand do Brasil, 1996.
  323. ROCKWELL, R.; WILLIAMS, R.; SHERWOOD, E. Todos têm um corpo: ciências da cabeça aos pés. Lisboa: Instituto Piaget, s. d.
  324. RODARI, G. Gramática da fantasia. São Paulo: Summus, 1982.
  325. RODRIGUES, R. P. (org.) Brincalhão: uma brinquedoteca itinerante. Petrópolis: Vozes, 2000.
  326. RODULFO, R. O brincar e o significante: um estudo psicanalítico sobre a constituição precoce. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.
  327. ROLIM, L. C. Educação e lazer. São Paulo: Ática, 1989.
  328. ROSAMILHA, N. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. São Paulo: Pioneira, 1979.
  329. ROZA, E. S. E agora eu era o herói: o brincar na teoria psicanalítica. In: ROZA, E. S e REIS, E. S. Da análise da infância ao infantil na análise. Rio de Janeiro: Contracapa Livraria, 1997.
  330. ROZA, E. S. Um desafio às regras do jogo: o brincar como proposta de redefinição do tratamento da criança hospitalizada. In: ROZA, E. S e REIS, E. S. Da análise da infância ao infantil na análise. Rio de Janeiro: Contracapa Livraria, 1997.
  331. ROZA, E. S. Quando brincar é dizer: a experiência psicanalítica na infância. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 1999.
  332. RUBIANO, M. R. B. Suportes ambientais e organização social de crianças em creche. 1990. Tese (Doutorado em Ciências - Psicologia) Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo.
  333. RUBINSTEIN, E. Utilização do jogo e da brincadeira em psicopedagogia: uma abordagem clínica . Psicopedagogia, São Paulo, 10 (21): 15-19, jan./jul. 1991.
  334. RUÍZ, Jorge Fernando. Teoria de j


Sete pecados que os pais cometem

7 pecados que os pais cometem

 

As experientes protagonistas do programa de tevê S.O.S. Babá apontam os principais problemas na educação das crianças e como resolvê-los:

Por Fernanda Murachovsky

Os pais sempre acham que estão fazendo o melhor pelos filhos. Mas às vezes não estão. Seja por falta de tempo, de paciência ou mesmo de conhecimento, não é raro meter os pés pelas mãos. Isso é comum em toda família, mas a situação pode extrapolar os limites da normalidade. Aí é preciso colocar um basta. Para ajudá-la a perceber o que está fazendo de errado e a encontrar soluções, fizemos uma entrevista exclusiva com as famosas Babá Deb (Deborah Carroll), e Babá Stella (Stella Reid), do programa S.O.S Babá, e autoras do livro de mesmo nome que acaba de ser lançado no Brasil pela editora Prestígio. Elas apontam os erros mais comuns cometidos na educação dos filhos - e como fugir deles.

7 pecados que os pais cometem

1- Não se comunicar o suficiente
A falta de diálogo é apontada pelas babás como um problema comum enfrentado diariamente nos lares. “As pessoas não conversam mais, por isso uma das regras que criamos é a obrigatoriedade do jantar em família que inclua até os menorzinhos. Não importa o horário, eles têm que sentar e conversar todas as noites à mesa para aprenderem a se comunicar uns com os outros”, explica Deb.

Para ela, quanto mais tempo os pais ficarem com os filhos, melhor. Portanto, é muito importante focar o tempo disponível em uma boa comunicação com os filhos. “Eles não podem, por exemplo, chegar do trabalho e ir direto para o computador ou para o telefone”, diz. No entanto, o que as babás constatam nos lares ingleses é exatamente o contrário, fazendo com que o nível de frustração entre os pequenos aumente.” Como as crianças podem saber o que é esperado delas se os pais não deixam isso claro?”, questiona Deb.

2- Não ter regras bem definidas
Ter normas e segui-las à risca é um desafio. A babá Stella conta que ouviu pais dizerem que já tentaram de tudo e, mesmo assim, não conseguiram disciplinar seus filhos. “Talvez o problema seja que eles não tentaram o suficiente ou desistiram antes do tempo. Se você é consistente, funciona”, afirma.

Ela coloca ainda que a vida é regida por regras e, se elas existirem em casa, as crianças já começam a ser preparadas desde cedo. No entanto, uma vez estabelecidas, é preciso garantir que não sejam quebradas. O espaço para negociação só irá existir quando os filhos crescerem e as situações mudarem. Deb sugere fazer uma lista das atitudes proibidas e colocá-las na geladeira para servir de referência toda vez que forem desrespeitadas.

 

3- Pouca consistência na atitude dos pais
De acordo com Deb, a palavra ‘não’ é usada mais do que deveria, o que a deixa banalizada, faz com que perca a força. “Os pais dizem ‘não’ sem pensar, para qualquer situação. Então, a criança os testa e continua fazendo bagunça até desistirem. Neste momento, o ‘não’ perde totalmente seu significado”, explica.

Para Stella, a chave para mudar o comportamento das crianças é os pais repensarem a própria atitude. “Se eles desistem porque a criança faz manha, nada vai funcionar. “Ela alerta ainda que a culpa pode acabar prejudicando o processo. “Muitas vezes a ausência dos pais em casa faz com que eles se cobrem, então, acabam dando presentes para as crianças sem motivos e quebram as regras”, diz.

4- Diferença na educação dos filhos
A babá Deb explica que muitas das famílias ajudadas por elas no programa apresentavam problemas de discordância entre pai e mãe sobre a maneira como disciplinar os pequenos. “Em alguns casos, eles precisavam de nós para encontrar o meio termo”, conta. O segredo para ter crianças felizes e saudáveis emocionalmente é ser pais felizes e razoáveis. “Outro ponto é ter certeza de que as pessoas que cuidam da criança pensam da mesma maneira a respeito da educação”, diz Stella.

Por isso, Deb sugere que o casal converse, antes do nascimento do bebê, sobre o que concorda e discorda a fim de traçar um plano e criar um ambiente onde não haja tantos motivos para discondância. “Dessa maneira, as crianças sabem que se elas pedirem alguma coisa para a mãe e ela falar não, terão a mesma resposta do pai”, coloca Deb. É importante ainda que este sistema esteja em constante avaliação. “Se eles não estão unidos, isso é percebido pelas crianças e, assim, a dinâmica se dissolve. Por isso, é preciso sempre conversar e consultar um ao outro”, sugere Stella.

5- Não punir ações negativas
É fundamental que as crianças entendam que ações negativas e positivas têm conseqüências.” Se eles fizerem todas as tarefas corretamente, deve haver um sistema de recompensa. No entanto, se o comportamento está errado, é necessária uma punição”, explica Deb. No caso dos pequenos, Stella sugere um tempo para reflexão.

A técnica ensinada por elas consiste em colocar a criança que se comporta indevidamente em um determinado lugar de onde não possa sair durante os minutos respectivos à sua idade. Ou seja, um minuto, se ela tem um ano, dois minutos, se dois anos… Caso o mal comportamento se repita, o tempo é contado novamente, desde o começo. “Mas esse castigo só deve ser feito depois que a criança recebe um aviso de que fez algo errado, que não deve se repetir. Se ela o fizer, então, a conseqüência é aplicada.”

6- Faltar com respeito entre os familiares
As babás contam que viram situações diversas de crianças descontroladas nos programas e que até chegaram a sofrer agressões físicas por parte delas. Entretanto, Stella esclarece que eles não nasceram deste jeito e que este é um reflexo do ambiente em que vivem. “Tudo começa quando os pais deixam os filhos se safarem dos comportamentos errados”, diz.

Para Deb, se as crianças crescerem em uma casa em que as pessoas gritam, onde não há regras e disciplina, elas serão educadas com base neste exemplo. Isso vale também papara situações em que o filho vê o pai desrespeitar a mãe, ou vice-versa. Muitas vezes os próprios pais não exigem o respeito que deveriam receber. “Hoje eles parecem ter mais medo de seus filhos, medo de dizer ‘não’. E por existir essa permissividade, deixa-se de lado a disciplina. O resultado é que as crianças perdem o respeito, sentindo que podem fazer o que querem”, revela.

Os limites entram, então, como papel importante do processo. “Eu acredito que o amor e a estrutura familiar andam de mãos dadas, mas considero os limites vitais para que as crianças se sintam seguras. E este é o primeiro caminho a ser seguido”, completa Stella.

 

7- Não assumir o papel de pais
Stella percebe que existe uma tendência de os pais quererem se portar como os melhores amigos dos filhos em vez de assumirem suas funções de educadores e disciplinadores. “Assim, acabam esquecendo da disciplina e das regras e de outros recursos de punição como o tempo para reflexão ou a perda de privilégios. Eles têm medo de fazer alguma coisa errada e assim acabam não fazendo nada. Então, as crianças é que passam a dominar a casa”, finaliza.

 

Babá Deb: Tem 25 anos de experiência e começou seu trabalho na Inglaterra, onde recebeu treinamento e se mudou para os EUA há 20 anos. Trabalha atualmente como babá de um bebê de três meses.

O PROGRAMA S.O.S BABÁ

Qualquer um que já assistiu ao programa S.O.S Babá, no canal de TV por assinatura Discovery Home & Health - todas as sextas às 22 h - parou para se perguntar como elas conseguem estabelecer a ordem nas casas mais caóticas. A cada episódio, em um curto espaço de tempo, elas mudam o ambiente e procuram ensinar aos pais a maneira correta de educar crianças que parecem não ter solução. Babá Deb conta que, mesmo depois do programa, mantém contato com as famílias.

“De algumas sou muito próxima, outras falo por e-mail. O importante é que 90% delas estão indo muito bem. O restante,porém, ainda me pede conselhos”, diz. 

Os desafios, neste trabalho, vão além da habilidade de domar os pequenos. Para Deb, a maior dificuldade é manter um relacionamento saudável e profissional com a família ao mesmo tempo em que se ganha bastante intimidade e os confrontos acontecem. Já para Stella um desafio é não ultrapassar os limites. “Às vezes você pode esquecer que aquelas crianças não são suas e que, no final, a última palavra é dos pais”, fala.

 

Babá Stella: Trabalha como babá há 18 anos. Atualmente, ministra palestras e abriu, em Los Angeles , a The Nanny Scholl

As leis do S.O.S babá

1º mandamento:

Seja consistente. Não significa não. Sim significa sim.

2º mandamento:

As ações têm conseqüências. O bom comportamento é premiado. O mal vem com penalidades.

3º mandamento:

Diga o que você quer dizer e mantenha sua opinião. Pense antes de falar - ou você pagará o preço.

 

4º mandamento:

Os pais devem trabalhar como um time. Se vocês não estão na mesma sintonia, seus filhos ficam sem saber a quem ouvir e acabarão não ouvindo nenhum dos dois.

5º mandamento:

Não faça promessas que não poderá cumprir. Se você disser para seus filhos que vocês vão para a Disney, é melhor se preparar para arrumar suas malas.

6º mandamento:

Escute seus filhos. Entenda os sentimentos deles. Diga “eu entendo” e “eu estou ouvindo” e, realmente, tire tempo para entendê-los e escutá-los.

7º mandamento:

Estabeleça uma rotina. Ela faz com que as crianças se sintam seguras, além de organizar o tempo delas.

8º mandamento:

Respeito é recíproco Se você não respeitar seu filho, ele também não irá respeitar você.

9º mandamento:
O reforço positivo funciona muito melhor do que o reforço negativo. Agrade e recompense as conquistas mais do que ressalve os pontos negativos.

10º mandamento:

Os bons modos são universais. O bom comportamento sempre será bem-vindo em qualquer lugar e em qualquer situação.

11º mandamento:

Defina seu papel. Seu trabalho não é manter a criança grudada a você, mas prepará-la para o mundo lá fora e deixá-la ser quem ela é.
··.

Fonte: Revista Meu Nenê/Ed. 112
Fotos: Símbolo Press



É falta de educação, sim!

É falta de educação, sim!
Pode vestir a carapuça. Muitas vezes, não queremos enxergar, mas aquele comportamento inadequado das crianças não pode sempre ser atribuídos a traços de personalidade ou temperamentos. Fique esperto: educar dá trabalho e exige atenção. E esse trabalho é seu, não adianta…
por IRACY PAULINA, MÃE DE JOÃO

Criança que não gosta de dar beijo? “Ah, ela é tão tímida”, apressa-se em explicar a mãe. Vive metendo a colher em conversa de adulto? “Olha, que gracinha, como ele é inteligente!”, orgulha-se o pai. Diz tudo o que pensa e mais um pouco? “Ela é tão espontânea”, tenta consertar a mãe. Percebeu? Quando se trata de nossos filhos, temos uma incrível tendência de confundir falta de educação com temperamento. Ele faz isso porque é assim ou assado, justificamos, quando, na verdade, a situação está pedindo mesmo é que entremos em campo o quanto antes para dar limite e modos ao mocinho ou mocinha. E essa confusão é mais comum do que você imagina e acontece em situações que a maioria de nós considera absolutamente normais. Duvida? Pois mostramos a seguir uma lista de comportamentos mal-educados que muitos pais deixam barato por acreditar que se devem ao jeito de ser do filho.

Não dar beijo
Desculpa: Ela é muito tímida. 
Pode até ser. Mas numa família em que o beijo faz parte do ritual de demonstração de afeto, a criança naturalmente o incorpora. “Ela aprende a ser afetiva com pais afetivos”, observa a psicopedagoga Neide Noffs, professora da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP). Ah, mas todos em sua casa são de beijar muito e mesmo assim ela não quer entrar na onda? Algumas crianças, segundo Neide, costumam se mostrar arredia a beijos, especialmente se eles partem de quem ela não conhece. São casos para se abordar com jeitinho. Não adianta ralhar: “Deixa de ser mal educado, menino!” Vale mais conquistá-la com frases do tipo: “Me dá um beijinho, gosto tanto de você”.
Marília cresceu numa família de sete irmãos. Nunca duvidou do amor dos pais, embora eles fossem bastante econômicos em demonstração de afeto por meio de afagos e beijos. Sem esse aprendizado, confessa que carregou pela vida afora uma certa dificuldade de abraçar, beijar e ser mais afetiva com as pessoas. E não foram poucos os que a consideravam antipática por causa disso, o que restringiu bastante seu círculo de amigos. Com seu filho, Joel, 5 anos, já foi o contrário. Marília o cobriu de beijos e afagos desde o primeiro minuto que a enfermeira o trouxe e colocou em seus braços, ainda no centro obstétrico. É um menino doce e adorável, que não perde uma chance de beijar e abraçar as pessoas de nosso convívio e os coleguinhas na escola.

Não dividir brinquedo ou doce com outra criança
Desculpa: Ele é zeloso com suas coisas (ou secretamente teme: será que meu estou criando um pequeno egoísta?)
Ele não que dar porque ainda é novinho, não sabe o que é dividir, dizem os pais. Vivían de Andrade Niklos, coordenadora pedagógica do Colégio Alvorecer, concorda: “Até os quatro anos a criança pensa da seguinte maneira: o que é meu, é meu; e o que é dele é nosso”, explica. Não é desculpa para deixar por isso mesmo quando o pequeno se recusa a partilhar. “Esse é um conceito que devemos ajudar a criança a construir desde cedo para que não vire um egocênctico no futuro”, observa Vívian. Se ele se recusa a repartir um doce, você tem todo o dever de entrar em campo, assegura a psicopedagoga Neide, e fazer a divisão pelo filho e aquentar firme o chororo. Normalmente, quando a mãe faz isso, a criança embirra e não quer a metade que lhe coube. Aí a reação comum em muitos pais é dizer: ah, é, então eu dou tudo para o fulano. “Assim ele entra na birra da criança e a ação educativa vai para o espaço. Se a criança não quer naquela hora, o melhor a fazer é dizer: ‘então, vai ficar aqui guardado para quando você quiser, pois esse pedaço é só seu.’ Assim ela entende o sentido de dividir: aquele pedaço é dela, não o doce todo”, explica Neide.
E quando a criança recebe um amiguinho em casa e fica regulando os brinquedos? Em primeiro lugar, antes da visita chegar, os pais devem conversar com o filho: ele não é obrigado a dividir com o coleguinha os brinquedos que ele mais gosta. Mas se não quiser fazer isso, deve guardá-los e deixar a mostra só aqueles que poderão ser socializados. “A criança também tem direito de ter o espaço dela, de ter coisas que ela não gosta de dividir. E isso precisa ser respeitado. Se não a gente acaba criando uma pessoa muito submissa”.

Deixar brinquedos espalhados pela casa toda
Desculpa: Puxou ao pai no jeito desorganizado.
Nada disso. A pedagoga Vívian garante que nenhuma criança nasce bagunceira. Ela se torna bagunceira quando encontra as condições ideais para isso: se há adultos que dão o exemplo dentro de casa ou se não conta com medidas educativas que a ensinem a ser organizada. “Na escola, desde o começo trabalhamos com rotinas bem definidas. Antes de passar para outra atividade, os alunos guardam todos os materiais que usaram na anterior. Com isso vão construindo a noção de organização”, explica Vívian, que aconselha os pais a seguirem a mesma política em casa. Se cansou de brincar com um brinquedo? Então vamos guardá-lo e pegar outro. Mas para que a tática dê resultados, é preciso montar um cantinho dos brinquedos, onde eles fiquem arrumados em uma caixa ao alcance do pequeno.

Falar alto, cantar, dar show interrompendo os adultos a qualquer hora
Desculpa: Meu filho é muito extrovertido
Criança adora uma atenção e faz tudo para que os adultos fiquem ligados nela. Precisa aprender, porém, que tem hora para tudo. E que as outras pessoas também tem seus afazeres, suas responsabilidades, suas ocupações. Ninguém é platéia para ela o tempo todo. Ela também precisa ter um tempo consigo mesma, com seus brinquedos, com seus amigos imaginários. Ensinamos isso a nossos filhos com atitudes. Você está conversando com uma visita e ela monta um showzinho no meio da sala? “Parem a conversa um instante para dar um pouquinho de atenção à garota, em seguida, a mãe pode dizer: ‘filha, estou resolvendo um assunto de adultos com a fulana, vá brincar em seu quarto, por favor’”, afirma Neide. O importante é dar uma alternativa à criança. Não deixá-la sem fazer nada. Um intercâmbio com a escola também pode ajudar. Lá ela aprende que tem hora para cada atividade e também que cada aluno tem a sua vez de falar ou de ser o centro das atenções. Assim também pode funcionar em casa.

Comer pouco, não comer, comer só o que quer
Desculpa: Tão pequeno e já é cheio de vontade, por isso não há mesmo jeito de fazer ele comer o que não gosta
Tudo bem. Nem todo mundo gosta de banana ou é obrigado a achar espinafre um manjar dos deuses. Mas tem criança que nem comeu e já diz que não gosta. E casos como o da Nicole, então? Patrícia, sua mãe, não sabe como explicar: “Na escolinha ela simplesmente come de tudo, verduras, legumes, frutas… Em casa, não quer saber de nada disso. É um baile fazer com que ela engula alguma coisa”, suspira.
O problema é que demonstramos uma angustia enorme diante de um filho que se recusa a comer – e ele, que não é nada bobo, nota logo que pegou em seu ponto frágil. Descobre que esvaziar ou não o prato pode ser uma boa arma de barganha. E também uma forma de ir batalhando sua autonomia, mostrando que é diferente dos pais – eles querem que eu coma cenoura, mas eu prefiro cachorro quente! Na escola ele come de tudo porque está entre iguais, vai na onda dos coleguinhas.
O segredo para lidar com os maus hábitos de uma criança com comida é não fazer disso um cavalo de batalha. Foi o que per-cebeu a psicopedagoga Maria Irene Maluf, mãe de Maria Paula e Maria Fernanda, percebeu isso na própria pele. “Quando era pequena, uma de minhas meninas não comia nada. Eu ficava desesperada até que um dia o pediatra dela me disse: ‘olha, nunca vi uma criança que morasse em casa que tem comida morrer de fome’. Ouvindo aquilo, caiu a ficha na hora: ela não queria almoçar, tudo bem, eu tirava o prato. Mas sempre deixava uma bolacha, um ovo cozido ou outra coisa na cozinha, ao alcance dela. Mas só coisa saudável, nada chocolate ou outra guloseima. Assim, quando tinha fome ela ia lá e comia. Aos poucos, ao per-ceber que eu não estavam me importando mais, ela começou a comer normalmente como todos da casa”, diz Irene.

Jogar papel no chão
Desculpa: Coitadinho, ele não faz por mal, é só distraído.
Fazendo vistas grossas para “distrações” ajudamos a degradar um pouquinho mais o nosso planeta - afinal não estamos contribuindo em nada para for-mar um ser consciente da necessidade de preservá-lo. E esteja certa, eles aprendem isso partir de pequenos gestos como o de colocar o papel da bala no local adequado: o cesto de lixo.
Dia desses Vivian presenciou uma cena muito bacana no Alvorecer, onde os alunos de educação infantil, desde o início, aprendem sobre coleta seletiva de lixo. “Um dos alunos do ensino fundamental jogou um papel de doce no chão e um dos pequenininhos que viu a cena correu atrás dele, puxou suas calças e falou: “ei, você não viu que ali tem saco de lixo?”, conta ela.
Ajuda bastante quando os pais também criam essa cultura em casa. “Em minha casa sempre mantive pequenos lixos em cada cômodo, até no quarto das crianças. Se não tem um recipiente próprio à vista, não adianta nada viver dizendo para a criança pequena “joga o lixo no cesto, menino!”. Outra medida educativa certeira é ajudar a criança a refazer a cena do modo mais adequado. Ela jogou um papelzinho de bala no chão? Pegue-a pela mão, volte ao local e diga: “Filho, vamos jogar o papelzinho no lixo?” Ela recolhe, você aponta o lugar certo para jogar e pronto: meio caminho andado para reforçar um bom hábito! Lição inversa dão aqueles pais que vira e mexe jogam pequenos lixinhos pela janela do carro. Se não há um saquinho dentro do veículo próprio para descartar pequenas coisas, deixei num cantinho da bolsa e jogue no lixo de casa.

Não ter hora para dormir
Desculpa: Ela é muito elétrica, tem um horário biológico diferente do nosso.
Deu 8 horas da noite, o filho mais velho de Simone, Vicente, 5 anos, “apaga”. Já a caçula, Cecília, 3, vai até 1 da manhã com a corda toda, se ela deixar. “Já fiz de tudo para tentar acomodar o horário de sono dela”, conta Simone. Chacoalhar ainda funciona um pouco, só haja braço para agüentar o peso da menina. Contar história não adianta, ela fica ainda mais elétrica. O mesmo acontece se colocar um DVD. Simone tam-bém já tentou a tática de dar banho tarde da noite, com sabonete de camomila, sem sucesso. Agora o que tem feito é obrigá-la a deitar às 23 horas. “Na maioria das vezes, ela chora por uns três minutos e acaba pegando no sono”, diz.
O sono é comandado pelo relógio biológico, cujos ponteiros podem variar de pessoa para pessoa. Mas ajuda bastante criar uma rotina, explica Irene Maluf. “Os pais devem habituar a criança a dormir sempre no meso horário e criar sinaliza-ções para que elas saibam quando a hora de ir para a cama está se aproximando”, diz Irene. Coisas bem fáceis de identificar. Um exemplo? O sinal pode ser o final do desenho que passa às 7 horas da noite e seu filho não perde por nada. Terminou? Então, já para a cama!

Dizer tudo o que pensa
Desculpa: Olha que gracinha, como ele é espontâneo.
Não é tão gracinha quando uma pessoa obesa para pela rua e ele solta um “que gooorda!”. Ou um “você é muito chato” para aquele parente de cerimônia. Criança costuma falar mesmo tudo o que pensa porque ainda não tem censura. Ainda não aprendeu que tem coisas que a gente diz em publico e outras que guardamos para momentos mais reservados. Por isso, uma das responsabilidades dos pais é mostrar a seus filhos que existem regras de convivência, e que nem sempre dizer tudo o que pensa combina com elas. “Não adianta ralhar com a criança em público, na hora em que ela solta a indiscrição. Ela vai se sentir o centro das atenções. Como criança adora isso, acaba repetindo o comporta-mento”, diz Neide Noffs.
Mas não deixe barato, em outro momento volte a falar da cena e diga porque agir daquela forma não é adequado. Que as pessoas podem reclamar, achar ela chato. E que se insistir em agir assim ela pode acabar perdendo amigos, ninguém gosta de uma pessoa inconveniente por perto.

Revista Pais e Filhos - Jun. 2006